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Itaúsa, GIC e Equipav fazem proposta para comprar a Copasa, dizem fontes

Itaúsa, GIC e Equipav planejam proposta conjunta para serem investidores estratégicos na privatização da Copasa, com participação inicial de até trinta por cento

Controle da Copasa será vendido em uma oferta pública de ações. (Foto: Copasa/Divulgação)
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  • Itaúsa, o fundo soberano de Singapura GIC e a Equipav planejam apresentar uma proposta conjunta para se tornarem investidores estratégicos na privatização da Copasa.
  • Cada empresa contribuiria com cerca de um terço do capital necessário, segundo fontes familiarizadas que falaram à Bloomberg News.
  • A Aegea participará da licitação com participação minoritária, para evitar aumento do endividamento.
  • O modelo seria similar ao usado na privatização da Cedae, em 2021, quando o consórcio líder garantiu participação majoritária.
  • A Copasa está com prazo até 25 de maio para receber propostas; o estado de Minas Gerais pode manter até 5% da empresa na oferta pública.

A Itaúsa, o fundo soberano de Singapura GIC e a Equipav planejam apresentar uma proposta conjunta para se tornarem investidores estratégicos no processo de privatização da Copasa, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. A Copasa é a empresa de saneamento operada pelo governo de Minas Gerais.

De acordo com o plano atual, cada empresa entraria com aproximadamente um terço do capital necessário para a transação. As três companhias já são acionistas da Aegea, que participará da licitação com participação minoritária para evitar o aumento do endividamento do grupo.

A ideia é adotar um modelo semelhante ao da privatização da Cedae, no Rio de Janeiro, em 2021, quando um consórcio liderado por esse grupo garantiu a participação majoritária na concessão. Representantes da Aegea, GIC e Itaúsa não comentaram. A Equipav não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Participação, cronograma e cenário da licitação

A Copasa divulgou que o controle será vendido em oferta pública de ações, com o Estado de Minas Gerais mantendo no máximo 5% da empresa. Hoje, o estado detém 50,03% do capital. Na oferta, o estado poderá manter uma Golden Share, conferindo direitos de veto.

Segundo o documento, um investidor de referência poderá adquirir 30% da Copasa antes da oferta pública, com possibilidade de comprar ações adicionais no mercado, até atingir 45% dos direitos de voto. Ainda não há confirmação sobre participação da Equatorial, que avalia o ingresso no processo após a desistência da Sabesp.

As propostas devem ser apresentadas até 25 de maio, conforme o cronograma oficial da privatização. A diversificação de interessados busca ampliar a competição e a atratividade da concessão. A Copasa, cujo nome formal é Cia. de Saneamento de Minas Gerais, continúa a ser alvo do processo de privatização promovido pelo estado.

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