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WiseTech inicia demissões; omite IA em emails a funcionários chineses

WiseTech inicia demissões globais por transformação com inteligência artificial; na China, e-mail omite o termo por razões legais

Staff at WiseTech have been waiting months to be told if they are among the employees the company is to cut due to advances in AI.
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  • A WiseTech, empresa australiana listada na ASX, começará demissões que totalizam cerca de 2.000 vagas, quase 30% de um quadro de 7.000, em 40 países, com início na Coreia do Sul e no México e previsão de chegar à Austrália na próxima semana.
  • A companhia atribui as demissões a avanços em inteligência artificial, chamando o movimento de “transformação de IA”; na China, porém, um email interno omitiu a palavra “IA”, substituindo por “transformação global”.
  • O CEO Zubin Appoo explicou que jurisdições diferentes possuem requisitos legais distintos, o que pode levar a comunicações diferentes por país.
  • Trabalhadores relatam ansiedade e falta de clareza sobre planos futuros, com críticas à falta de transparência e orientação durante o processo.
  • O sindicato Professionals Australia protocolou uma petição com quase 600 assinaturas, cobrando pacotes de redundância justos, transparência e consulta real, destacando aumento de funcionários técnicos filiados.

WiseTech, empresa australiana listada na ASX, iniciou o processo de redundâncias anunciadas em fevereiro, envolvendo quase 2.000 cortes em 40 países. A companhia atribui as demissões a avanços em inteligência artificial, e informou que o início ocorre na Coreia do Sul e no México, com previsão de chegar a outros países, incluindo a Austrália, na próxima semana.

Em comunicações internas, o tom sobre IA divergiu entre regiões. Enquanto o email citado referia a uma “transformação pela IA”, uma mensagem para equipes na China substituiu o termo por “transformação global” e suprimiu a segunda linha. Executivos disseram que diferenças regulatórias justificam variações regionais no conteúdo.

Detalhes do processo e respostas oficiais

Um porta-voz da WiseTech afirmou que a linguagem interna não altera as obrigações de tratamento justo aos empregados, mantendo o comprometimento com a conformidade regulatória. A direção declarou ainda que as responsabilidades com os funcionários permanecem inalteradas, independentemente da geografia.

Profissionais Australia, sindicato que representa trabalhadores da área tecnológica, entregou uma petição com quase 600 assinaturas ao CEO Zubin Appoo, pedindo pacotes de redundância justos, maior transparência e consulta real. A entidade ressaltou aumento do apoio entre a base de funcionários.

Reações e clima entre colaboradores

Fontes que participam das conversas internas destacam queda de moral entre quem aguarda a confirmação do desligamento. Um empregado relatou ansiedade e incerteza, citando impactos em planos pessoais como viagens, compras e decisões familiares. Outro trabalhador na Alemanha afirmou que não há um planejamento claro de produtos ou de atuação futura.

A situação também gerou comentários sobre comunicação inconsistente entre websites, mensagens internas e declarações externas. Em Sydney, um funcionário descreveu o cenário como “stress contínuo” e questionou a clareza do plano estratégico da empresa para os produtos afetados.

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