- Meta iniciou nesta quarta-feira a demissão de cerca de oito mil funcionários, totalizando aproximadamente dez por cento da força de trabalho global.
- Além disso, a empresa havia anunciado em abril o cancelamento de planos de contratação de seis mil pessoas e a realocação de outros sete mil para o setor de inteligência artificial.
- Os primeiros avisos foram enviados na sede da companhia em Singapura, nas primeiras horas da manhã.
- O chief executive officer Mark Zuckerberg afirmou que não espera mais demissões neste ano e reconheceu falhas na comunicação com os trabalhadores.
- Este é o segundo grande corte sob Zuckerberg, que já dispensou vinte e um mil funcionários entre dois mil e vinte e dois e dois mil e vinte e três.
A Meta iniciou nesta quarta-feira 20 o plano de demitir cerca de 8 mil funcionários, o equivalente a 10% da sua força de trabalho global, para concentrar recursos no desenvolvimento de inteligência artificial. As primeiras notificações foram enviadas na manhã, na sede da empresa em Singapura, segundo a Bloomberg.
Além disso, a companhia havia anunciado, em abril, o cancelamento de planos para contratar 6 mil pessoas e realocar 7 mil para o setor de IA.
Em memorando interno dirigido ao quadro, Mark Zuckerberg agradeceu aos desligados e tranquilizou quem permanece. Ele afirmou que não espera novas demissões neste ano e reconheceu falhas na comunicação com os trabalhadores. O movimento representou o segundo grande corte de pessoal sob o mandato de Zuckerberg, após 21 mil desligamentos entre 2022 e 2023, conforme apurado.
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