- O governo pediu que redes de supermercados avaliassem um congelamento voluntário de preços de itens essenciais para proteger o consumidor da inflação ligada ao conflito no Oriente Médio.
- Varejistas rejeitaram a medida, citando custos crescentes com impostos, combustível e energia e o risco de elevar preços de forma geral.
- Um executivo fiscalizou a ideia como “completamente maluca”; outro afirmou que a intervenção é desnecessária e injustificada.
- A proposta surge após o SNP na Escócia anunciar planos de fixar preços entre 20 e 50 itens, como pão, leite e ovos, para proteger a nutrição pública.
- Segundo fontes, a ideia seria voluntária, com conversas ainda em estágio inicial; o Tesouro não comentou sobre o assunto.
UK supermercados foram convidados pelo governo a considerar um congelamento voluntário de preços em itens alimentares essenciais para conter inflação ligada ao conflito no Médio Oriente. Comércio afirma que medida seria inadequada e geraria custos adicionais para o setor.
Varejistas rejeitam a proposta, citando aumento de impostos, combustível e energia como fatores já pressionando preços. Um executivo classificou a ideia como absurda; outro criticou a intervenção como desnecessária e injustificada.
A iniciativa surge após o SNP anunciar promessa de fixar preços entre 20 e 50 itens básicos, como pão, leite e ovos, em território escocês, devido ao impacto na nutrição da população. Governo tem dito que avalia opções.
Helen Dickinson, CEO da British Retail Consortium, afirmou que os preços de alimentos no Reino Unido já são relativamente baixos na Europa Ocidental graças à competição entre redes. Ela pediu foco na redução de custos públicos que pressionam os preços.
Outra fonte do varejo afirmou que não houve pedido formal para controlar preços, apenas discussões sobre manter pelo menos uma versão de itens básicos num preço fixo. A viabilidade prática ainda não estaria bem definida.
Um executivo destacou que manter disponibilidade constante de itens a preço fixo exigiria ajustes em linhas de produtos mais baratos, com possível desconto em marcas mais caras para equilibrar margens.
Segundo relatos, a ideia poderia reduzir preços de alguns itens, mas causaria consequências não intencionais em produtos não considerados essenciais por famílias diferentes. O custo de implementação é visto como elevado.
O anúncio de Reeves sobre medidas para a redução do custo de vida deve ocorrer nesta quinta-feira. Até o momento, não havia acordo claro, segundo a imprensa econômica. O governo afirma tratar o tema como avaliação inicial.
A SNP lançou a proposta como parte de seu programa eleitoral para o parlamento escocês, o que pode provocar atrito com o governo central, já que envolve competências devolvidas. Não houve confirmação de que a ideia avance.
Uma fonte do governo disse que Reeves não estaria impondo um teto obrigatório, mas sim avaliando um congelamento voluntário de preços. O conselho de tesouraria não comentou o assunto.
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