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Condomínio em SP custa em média R$ 13 mil/ano, mais que o dobro da média nacional

Condomínio em São Paulo custa em média R$ 13 mil por ano, 28% acima da média da região Sudeste, com alta de 30,6% no Sudeste entre 2022 e 2025

Cidade de São Paulo soma 32.172 condomínios, sendo 93% residenciais e 7% comerciais ou mistos
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  • Média em são paulo é de R$ 1.085 por mês com condomínio, cerca de R$ 13 mil por ano, segundo Data Lello.
  • Região Sudeste tem média de condomínio de R$ 848,47 em 2025, e são paulo fica cerca de 28% acima da média regional.
  • Distribuição por zonas em são paulo: Zona Sul é a mais cara (R$ 1.364); Zona Leste, R$ 792; Zona Norte, R$ 840; Centro, R$ 891; Zona Oeste, R$ 982.
  • Sudeste registrou maior aumento da taxa condominial no país, +30,6% entre o primeiro semestre de 2022 e o primeiro semestre de 2025 (de R$ 395,77 para R$ 516,84).
  • Estrutura de gastos em condomínios: 49% com pessoal; 22% com água, luz e gás; 16% com conservação; 9% com seguros e administrativas; 4% com fundos de reserva; São Paulo soma 32.172 condomínios, 93% residenciais.

Na cidade de São Paulo, a média de gasto com condomínio é de R$ 1.085 por mês, cerca de R$ 13 mil por ano. O levantamento é do Data Lello, braço de dados da Lello Condomínios, maior administradora da capital.

A diferença regional é significativa: a região Sudeste tem média de condomínio de R$ 848,47 em 2025, e SP fica cerca de 28% acima da média da própria região. Dados do Censo Condominial 2025/26 ajudam a contextualizar o quadro.

Em São Paulo, a cidade soma 32.172 condomínios, dos quais 93% são residenciais e 7% comerciais ou mistos. Entre as regiões, a Zona Sul concentra 38% dos empreendimentos.

Cenário por região

A Zona Sul tem o condomínio mais caro, com média de R$ 1.364, seguida pela Zona Leste, com cerca de R$ 792. Na Zona Norte, Centro e Zona Oeste, os valores ficam em torno de R$ 840, R$ 891 e R$ 982, respectivamente.

Composição dos gastos

Quase metade das despesas (49%) correspondem a custos com pessoal. Água, luz e gás respondem por 22%. Em seguida vêm contratos de conservação (16%) e seguros/administrativas (9%). Fundos de reserva representam 4%.

Segundo Angélica Arbex, diretora de Marketing da Lello, a taxa condominial reflete uma gestão cada vez mais profissional. O estudo utilizou dados públicos da Receita Federal e base interna da empresa, analisando cerca de 3,1 mil condomínios residenciais verticais.

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