- Petrobras assinou oito contratos que somam 11 bilhões de reais para construir e operar quatro embarcações de apoio submarino, visando ampliar a frota offshore.
- As unidades serão erguidas no estaleiro Navship, em Navegantes (Santa Catarina), com afretamento e serviços pela DOF Subsea Services.
- As embarcações serão do tipo RSV (Rov Support Vessel), usadas em inspeção, manutenção e reparo submarino.
- A expectativa é gerar cerca de sete mil empregos diretos e indiretos, com até 80% de conteúdo local na construção e cerca de 90% na operação.
- O projeto integra o Programa Mar Aberto e o Plano Estratégico 2026-2030, voltados a ampliar a capacidade operacional e fortalecer a indústria naval brasileira.
A Petrobras assinou oito contratos que somam 11 bilhões de reais para construir e operar quatro embarcações de apoio submarino. A iniciativa pretende ampliar a frota offshore e fortalecer a indústria naval brasileira.
As operações envolvem a DOF Subsea Serviços, com construção, afretamento e serviços das embarcações em águas profundas e ultraprofundas. A assinatura ocorreu durante evento ligado ao Programa Mar Aberto, voltado a renovar a frota da Petrobras.
As encomendas serão realizadas no estaleiro Navship, em Navegantes, Santa Catarina. As unidades, do tipo RSV, integram atividades de inspeção, manutenção e reparo submarino, peças-chave para a continuidade das atividades offshore.
A gestão da Petrobras afirma que houve melhoria na competitividade de fornecedores, pelo aumento do número de parceiros e pela simplificação de especificações. O objetivo é aquecer o mercado naval e ampliar propostas qualificadas.
A expectativa é de geração de cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos, durante construção e operação, com aproximadamente 1,5 mil diretos e 5,6 mil indiretos. A iniciativa busca elevar conteúdo local.
As embarcações contarão com propulsão híbrida, combinando baterias, motores elétricos e combustíveis de menor impacto ambiental. A tecnologia deve aumentar eficiência, reduzir consumo e diminuir emissões.
A parceria também visa fortalecer a indústria naval brasileira, com metas de conteúdo local de até 80% na construção e cerca de 90% na operação das embarcações. O projeto está alinhado ao Plano Estratégico 2026-2030.
Mario Fuzetti, CEO da DOF, afirmou que as embarcações tecnológicas reduzem emissões e geram empregos, mantendo a indústria naval aquecida ao lado da Petrobras.
O Plano Estratégico da Petrobras para 2026-2030 prevê ampliar a capacidade operacional, fortalecer a cadeia de fornecedores no país e investir em soluções com menor impacto ambiental para operações em alto-mar.
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