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Clientes da British Gas recebem até £112 milhões por escândalo de medidores pré-pagos

Ofgem determina compensação de até £112 milhões a clientes vulneráveis da British Gas por instalação forçada de contadores pré-pagamento, com £20 milhões em penalidade e £70 milhões em dívidas canceladas

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  • Ofgem confirmou que a British Gas instalou forçadamente medidores de pré-pagamento em casas de clientes com inadimplência durante a crise do gás russo, resultando em um acordo de indenização de até £ 112 milhões.
  • O acordo inclui £ 20 milhões em multa para o fundo de reparação voluntário da Ofgem e o perdão de dívida de até £ 70 milhões, além de manter £ 22,4 milhões de pacote de apoio voluntário já lançado.
  • Tim Jarvis, diretor-presidente da Ofgem, afirmou que houve falhas no tratamento a clientes vulneráveis e que as medidas tomadas visam devolver confiança e oferecer compensação adequada.
  • Em relação ao tema, outras fornecedoras british tiveram investigações separadas e, no ano passado, concordaram em pagar mais de £ 18,6 milhões em indenizações e perdões de dívidas a cerca de 40 mil domicílios.
  • A prática de instalar medidores forçados foi temporariamente suspensa, com retorno permitido menos de um ano após a moratória; porém, instalações forçadas em lares com crianças pequenas ou moradores com 75 anos ou mais continuam proibidas.

O regulador britânico de energia anunciou um acordo de reparação envolvendo a British Gas, após a instalação forçada de medidores de pré-pagamento em residências de clientes vulneráveis. O pacote totaliza até 112 milhões de libras em compensação e perdão de dívidas.

A British Gas deverá pagar uma multa de 20 milhões de libras ao Ofgem, destinada ao fundo de reparação voluntária, além de perdoar dívidas de até 70 milhões de libras. O restante, de 22,4 milhões de libras, compõe um pacote de apoio voluntário já anunciado pela empresa.

Ofgem identificou que, durante a crise de preços de energia, a prática foi usada em residências com dificuldades para quitar contas, incluindo casos sem consentimento do titular. A agência proibiu temporariamente a instalação forçada de medidores em situações de inadimplência.

Contexto e desdobramentos

A investigação aponta que várias fornecedoras do Reino Unido recorreram à medida durante o pico da crise energética de 2022, como forma de recuperar dívidas. Além da British Gas, outras empresas passaram por análises semelhantes.

Tim Jarvis, CEO do Ofgem, afirmou que a prática não é aceitável e que as reparações buscam proteger consumidores. Ele destacou a importância de padrões mais rígidos e de verificações para evitar abusos no uso de medidores de pré-pagamento.

Chris O’Shea, CEO da Centrica, dona da British Gas, comentou que o ocorrido não deveria ter acontecido e pediu desculpas aos clientes afetados. Ele afirmou que mudanças foram implementadas para evitar que situações semelhantes se repitam.

O regulador permitiu a retomada, sob regras, das instalações forçadas de medidores menos de um ano após um congelamento temporário. Medidores forçados em lares com crianças, ou residentes com 75 anos ou mais, continuam proibidos.

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