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Dona da Tok&Stok e Mobly solicita recuperação judicial; ações caem 40%

Grupo Toky entra com recuperação judicial com dívida de R$ 1,12 bilhão; ações caem quase quarenta por cento e estoques restritos pressionam a liquidez no varejo de móveis

Juros elevados e maior endividamento das famílias seguem pressionando o consumo no varejo de móveis e decoração, afirma a empresa
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  • O Grupo Toky, dono das lojas Tok&Stok e Mobly, entrou com pedido de recuperação judicial, com dívida total de R$ 1,12 bilhão.
  • As ações da companhia caíam cerca de 40% às 12h, a R$ 0,17, e o papel acumula queda de aproximadamente 80% no ano.
  • A empresa atribui o cenário macroeconômico desafiador, com juros elevados e maior endividamento das famílias, como entraves para o varejo de móveis e decoração.
  • O pedido de recuperação busca preservar atividades, liquidez e viabilizar uma reestruturação do endividamento e da estrutura de capital, com restrições temporárias de estoque impactando a liquidez de curto prazo.
  • O processo foi protocolado na Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo, em segredo de justiça.

A Tok&Stok e a Mobly, varejistas do Grupo Toky, anunciaram entrada com pedido de recuperação judicial, nesta terça-feira (12). A medida visa preservar a continuidade das atividades diante de endividamento superior a 1 bilhão de reais e um cenário macroeconômico desfavorável para o setor.

A recuperação foi comunicada por meio de fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A empresa aponta juros elevados e maior endividamento das famílias como entraves ao varejo de móveis e decoração.

As ações da empresa chegaram a cair cerca de 40% no intraday, em torno de 12h, operando a cerca de 0,17 real. No acumulado do ano, os papéis perdem aproximadamente 80%. O grupo detalha dívida total de 1,12 bilhão de reais.

A companhia ressaltou que, mesmo com esforços para renegociação, o alto endividamento persiste e se agrava. O corpo societário afirma a necessidade de medidas adicionais para preservar liquidez e facilitar a reestruturação.

Segundo o texto, restrições temporárias de estoque também afetam a liquidez de curto prazo. A administração vê a recuperação judicial como instrumento para resguardar operações e valor das controladas.

A recuperação foi ajuizada perante a Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo, com segredo de justiça autorizado pelo conselho de administração.

Situação financeira e próximos passos

A empresa declara que a medida visa viabilizar a continuidade das atividades e manter serviços prestados. A finalidade é criar condições para negociação de soluções adequadas para obrigações e estrutura de capital.

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