- A União Europeia aprovou a compra da Suzano de parte dos negócios internacionais de papel higiênico, lenços e toalhas da Kimberly-Clark, sem exigir concessões.
- A operação envolve a divisão internacional de tissue da Kimberly-Clark fora dos Estados Unidos, criada na Holanda (Kimberly-Clark IFP).
- A apresentação formal da aquisição ocorreu em 31 de março, quando a Comissão Europeia avaliou o impacto na concorrência.
- A principal preocupação era se a Suzano, com grande presença em celulose, poderia reduzir oferta ou elevar preços; a UE entendeu que isso não ocorreria.
- A Comissão Europeia ressaltou que há muitos fornecedores de celulose e capacidade suficiente, e que a participação de mercado da Kimberly-Clark IFP na Europa é limitada, o que não permitiria domínio da empresa combinada.
A Suzano recebeu autorização da União Europeia para concluir a compra da divisão internacional de tissue da Kimberly-Clark, que inclui papel higiênico, lenços e toalhas. A operação não exige concessões.
A compra envolve a Kimberly-Clark IFP, unidade criada na Holanda para gerir os negócios internacionais da empresa fora dos EUA. A aquisição amplia a atuação da Suzano na etapa final da cadeia de produção.
A proposta foi apresentada à Comissão Europeia em 31 de março. Reguladores avaliaram impactos sobre a concorrência e a oferta de Celulose, matéria-prima para os produtos.
A UE manteve o parecer de que existem muitos fornecedores de celulose e capacidade suficiente para atender concorrentes, o que reduz riscos de monopólio. A possibilidade de troca de fornecedores também foi considerada.
A Comissão também analisou a participação da Kimberly-Clark IFP na Europa, considerada limitada, e concluiu que a operação não conferiria poder suficiente para dominar o setor.
Aprovação pela UE
A decisão final indica que a aquisição não prejudica o mercado europeu de tissue nem eleva preços de forma abusiva, mantendo o equilíbrio entre fabricantes.
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