- Mike Ashley admitiu ter providenciado imagens de surveillance que mostraram Peter Cowgill, ex-presidente da JD Sports, em carro com Barry Bown, em 2021, durante as negociações de aquisição da Footasylum.
- As imagens, vistas pelo Sunday Times, desencadearam uma investigação regulatória e resultaram em multas de quase £5 milhões pelo regulador de concorrência, além da saída de Cowgill da JD Sports.
- Ashley disse que não estava “se escondendo” e afirmou que Cowgill sabia o que aconteceria; afirmou ainda que associados dele gravaram o vídeo.
- O bilionário afirmou, em entrevista ao Financial Times, que a maioria dos conflitos na carreira foi motivada por uma visão de justiça, reiterando que houve a tentativa de derrubá-lo.
- JD Sports e Footasylum não comentaram.
Mike Ashley confirmou ter articulado a gravação que derrubou o ex-presidente da JD Sports, Peter Cowgill. A footage mostra Cowgill em 2021 conversando no carro com Barry Bown, chefe da Footasylum, enquanto as duas empresas avaliavam a aquisição.
A gravação foi assistida pelo Sunday Times e ajudou a acionar uma investigação regulatória. O resultado foram multas de quase 5 milhões de libras aplicadas pela CMA, e a saída de Cowgill da JD Sports.
Ashley afirmou à Financial Times que não estava escondido ao tentar remover Cowgill e que algumas pessoas em sua equipe gravaram o vídeo. O empresário disse que Cowgill sabia o que poderia ocorrer, ao entender as ações dele.
Cowgill sugeriu ao Sunday Times que o material poderia ter sido obtido em benefício de um competidor importante e que os envolvidos teriam ido a grandes medidas. Fontes ouvidas pela publicação mencionaram preocupações sobre a extensão das táticas usadas.
JD Sports e Footasylum não comentaram o caso ao nosso arquivo. A investigação regulatória permanece um marco na disputa de mercado entre varejistas esportivos na Grã-Bretanha. Ashley continua líder do grupo Frasers, que inclui várias marcas do setor.
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