- Ibovespa fechou em queda de 2,38%, aos 183.218,26 pontos, menor desde o fim de março; o pior nível foi 182.867,75 pontos e a máxima, 187.779,31 pontos; o volume somou R$ 32,08 bilhões.
- Axia On caiu 5,95% após balanço com lucro líquido ajustado de R$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre; a empresa também informou início de processo de sucessão do presidente-executivo.
- Bradesco PN recuou 3,89% mesmo com lucro líquido em alta de 16% e ROE de 15,8%, mas houve aumento de provisões por casos pontuais no atacado e maior custo de crédito no massificado.
- Itaú Unibanco PN, Banco do Brasil ON e Santander Brasil Unit caíram, respectivamente, 2,37%, 1,72% e 3,1%.
- Petróleo caiu: Brent −1,2% (US$ 100,06 o barril) e WTI −0,28% (US$ 94,81); dólar fechou perto da estabilidade em R$ 4,9230 (alta de 0,05%), com futuro a R$ 4,9450.
O Ibovespa fechou em queda de 2,38% nesta quinta-feira, 07, aos 183.218,26 pontos, menor patamar desde o fim de março. O pregão teve pressão causada por resultados corporativos, com Axia e Bradesco entre os grandes destaques negativos. O volume financeira ficou em R$ 32,08 bilhões.
Análise de Bruno Perri, da Forum Investimentos, aponta impacto de balanços locais sobre o humor do mercado. Além disso, o dia teve uma agenda de resultados ainda em curso, com novas divulgações previstas para esta quinta.
A Axia ON caiu 5,95% mesmo com lucro líquido ajustado de R$ 3,7 bilhões no 1º trimestre, e sinalizou redução de preços de energia nas últimas semanas. Bradesco PN recuou 3,89% após balanço com lucro líquido em alta, mas aumento de provisões e custo de crédito.
Petróleo
Os contratos de Brent recuaram 1,2%, para US$ 100,06 por barril, com WTI caindo 0,28%, a US$ 94,81. Movimentos anteriores sugeriam recuo maior, diante de expectativas de acordo limitado entre EUA e Irã.
O relatório sobre Ormuz manteve o foco no diálogo entre EUA, Arábia Saudita e outros aliados. A publicação citou estudos sobre um possível retorno temporário de escoltas para navios na hidrovia.
Dólar
O dólar encerrou estável, com leve alta de 0,05%, a R$ 4,9230. No câmbio no intraday houve volatilidade, mas a sessão fechou próximo da estabilidade. O dólar futuro para junho caiu 0,15%, a R$ 4,9450.
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