- Ibovespa subiu 1,02%, às 11h, chegando a 188.655 pontos.
- Dólar comercial avançou 0,34%, cotado a R$ 4,929.
- Casa Branca enviou à Teerã um memorando de uma página para buscar o fim da guerra e estruturar negociações nucleares futuras.
- A notícia foi adiantada pela Axios, com a China aumentando a pressão diplomática para encerrar o conflito; há preocupações sobre o petróleo após confrontos no Estreito de Ormuz.
- Espera-se que o Irã responda ao plano dos EUA por meio do mediador Paquistão nos próximos dois dias; negociações detalhadas sobre o programa nuclear ocorram depois.
- Dow Jones teve alta de 1,06%, S&P 500 avançou 0,83% e Nasdaq subiu 1,08%, às 11h.
O Ibovespa operava em alta superior a 1% nesta quarta-feira, 6, com investidores aguardando um possível acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. O índice estava em 188.655 pontos, às 11h, alta de 1,02%.
O dólar comercial avançava 0,34% e era cotado a 4,929 reais no mesmo horário. O movimento no câmbio acompanha o tom de precaução no mercado global diante de sinais de aproximação diplomática entre as duas nações.
A Casa Branca enviou a Teerã um memorando de uma página que busca encerrar a guerra e estabelecer uma estrutura para negociações nucleares mais detalhadas. O anúncio foi adiantado pelo portal Axios.
Segundo a Bloomberg News, a proposta chegou à avaliação do Irã por meio do mediador Paquistão, com resposta esperada nos próximos dois dias. As negociações detalhadas sobre o programa nuclear iraniano devem ocorrer posteriormente.
O contexto inclui pressão de China e de outras autoridades internacionais para uma solução pacífica. Os mercados buscam clareza sobre impactos políticos e energéticos diante da possibilidade de frear tensões na região.
Desempenho de ativos globais
- Dow Jones subiu cerca de 1,06%, às 11h, acompanhando a tendência de alta parcial dos principais índices nos Estados Unidos.
- S&P 500 avançou 0,83%, e o Nasdaq 100 registrou ganho de 1,08%.
As movimentações no petróleo também aparecem conectadas a esses desdobramentos, com volatilidade associada a riscos regionais no Estreito de Ormuz. Não houve confirmação de acordo definitivo até o momento.
Fonte: informações de Bloomberg News, com pontos sobre levantamento de notícias por Axios.
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