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Rubio diz que EUA estão afortunados enquanto Irã eleva preço do gás

Gasolina chega a quase $4,50 por galão; Rubio afirma que os EUA, exportadores líquidos, estão mais protegidos, mesmo diante de pressões globais de preço

The US secretary of state, Marco Rubio, departs a press conference after speaking at the White House on Tuesday.
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  • Rubio afirma que os EUA estão “muito afortunados” apesar da alta nos preços da gasolina causada pela interrupção no fornecimento de petróleo.
  • A média nacional de preços de combustível se aproxima de $4,50 por galão, maior nível em quatro anos.
  • O secretário de Estado diz que os EUA são exportadores líquidos de petróleo, o que os torna menos dependentes do Oriente Médio que outros países.
  • O Estreito de Hormuz ficou praticamente fechado desde o início da escalada, provocando disrupção econômica global.
  • Segundo a AAA, a média atual é de $4,48 por galão; um ano antes era de pouco menos de $3,17. Rubio também sugeriu que, se o Irã tivesse arma nuclear e fechasse Hormuz, os preços poderiam chegar a $8 ou $9 por galão.

O secretário de Estado dos EUA afirmou que o país está em uma posição mais estável do que outros, mesmo diante da alta nos preços da gasolina. Em meio a interrupções no fornecimento de petróleo provocadas por uma escalada entre EUA, Israel e Irã, o valor médio tem se aproximado de 4,50 por galão.

Rubio ressaltou que os EUA são um exportador líquido de petróleo, o que reduz a dependência do Oriente Médio em comparação a outros países. Afirmou ainda que, apesar da vulnerabilidade aos preços globais, o país estaria mais isolado do que na média mundial.

Segundo dados da AAA, o preço médio nacional da gasolina chegou a 4,48 por galão, contra 3,17 no mesmo período do ano anterior. Motoristas têm sentido o impacto direto no bolso, com a elevação ocorrendo desde o início das ações militares.

Contexto geopolítico

Desde o início do conflito, em fevereiro, o Estreito de Hormuz tem funcionado com maior restrição de tráfego, afetando a circulação de petróleo e gás. A região registra oscilações de oferta que influenciam os preços globais e a percepção de risco entre os consumidores.

O secretário de Estado também indicou que, sem evidências, há projeções de que os preços poderiam subir ainda mais, chegando a patamares de até oito ou nove dólares por galão caso o Irã obtenha armas nucleares e impeça o trânsito pelo estreito. Essas afirmações refletem hipóteses discutidas em cenários de tensão regional.

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