- O Bitcoin opera perto de US$ 81.000, após reconquistar esse nível por breves momentos, mas recuou e fica logo abaixo dele; os próximos 72 horas podem definir a trajetória do segundo trimestre.
- Os fluxos de ETFs de abril somaram US$ 2,44 bilhões, o maior desde outubro de 2025, com cerca de US$ 630 milhões em entradas líquidas de ETFs de BTC no mercado à vista em 1º de maio.
- houve divulgação de uma notícia falsa de ataque de Irã a um destróier americano, que levou o preço de BTC a cair de US$ 80.594 para US$ 79.000 em minutos, antes de a recuperação.
- o nível-chave é US$ 78.000: enquanto o BTC permanecer acima dele, o caminho para US$ 85.000–US$ 88.000 continua; acima, 80 mil dólares passou a ser um patamar contestado.
- no curto prazo, o BTC deve oscilar entre US$ 78.000 e US$ 83.000, aguardando um catalisador; se houver fechamento diário abaixo de US$ 78.000, o próximo piso pode mirar US$ 74.000–US$ 75.000.
Bitcoin opera próximo de US$ 81.000, em um momento de tensão entre compradores e vendedores. A subida recente levou a uma quebra breve de US$ 81.000 pela primeira vez desde janeiro, mas o preço recuou e permanece abaixo desse patamar. O período de 72 horas seguintes pode definir a trajetória para o segundo trimestre.
A volatilidade macro permanece elevada. O movimento inicial foi impulsionado por três fatores: fluxos de ETFs de spot em abril totalizando US$ 2,44 bilhões, alívio geopolítico com a operação anunciada relacionada ao estreito de Hormuz e um short squeeze que forçou uma liquidação rápida de posições vendidas alavancadas. Em 1º de maio, entraram cerca de US$ 630 milhões em fluxos líquidos de ETFs de BTC.
Um susto puntual ocorreu quando a agência iraniana Fars News divulgou, de forma incorreta, um ataque a uma embarcação dos EUA, provocando queda imediata de BTC de US$ 80.594 para US$ 79.000 em minutos. A notícia foi desmentida, e as cotações se reacenderam. Com a volatilidade ainda alta, o Bitcoin permanece próximo de uma zona tecnicamente sensível.
Cenário técnico
O preço opera em uma zona de compressão, com a falta de volume sendo o principal sinal no momento. O nível-chave é US$ 78.000: mantendo-se acima dele, a estrutura segue preservada e aponta para potenciais US$ 85.000–$88.000. Acima, US$ 80.000 tornou-se um patamar contestado, ainda não confirmado como suporte definitivo.
A projeção de curto prazo indica que o movimento deve ocorrer entre US$ 78.000 e US$ 83.000, à espera de novo catalisador. Caso haja fechamento diário abaixo de US$ 78.000, o suporte pode ceder rapidamente rumo a US$ 74.000–$75.000. O cenário atual é de baixa convicção para queda ou alta, sinalizando antecipação de um movimento decisivo.
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