- AB InBev registrou alta de 0,8% no volume de vendas no primeiro trimestre, puxada pelo desempenho das marcas Corona e Michelob Ultra.
- A empresa teve receita e lucro acima das projeções, com as ações subindo próximo de 7%.
- Marcas globais de maior preço, como Corona e Stella Artois, contribuíram para o crescimento, além de receitas de bebidas não cervejas, com o rótulo Cutwater saltando 37%.
- No México, a AB InBev superou rivais e colheu impulso da temporada de Páscoa, ampliando o desempenho relativo em mercados-chave.
- A companhia manteve a orientação para 2026 e mostrou lucro operacional orgânico 5,3% maior nos três primeiros meses, acima da previsão de 2,6%.
A AB InBev registrou alta de 0,8% no volume de bebidas no primeiro trimestre, encerrando uma queda de volumes que perdurava desde 2023. O desempenho foi puxado pelas marcas Corona e Michelob Ultra, entre outras, e ajudou a compensar perdas em outras áreas.
A empresa belga expôs receita e lucro acima das projeções, com ações subindo quase 7%. Além do desempenho de cervejas premium, as receitas de bebidas não cervejas, incluindo Cutwater, cresceram 37%.
Analistas ressaltaram que o México foi um mercado-chave, superando rivais como a Heineken. O desempenho positivo no país foi impulsionado pela Páscoa, segundo especializações de mercado.
Siphelele Mdudu, da Matrix Fund Managers, destacou que ainda não fica claro o peso dos efeitos sazonais sobre o crescimento, mas elogiou a estratégia de concentrar recursos em marcas globais.
Desempenho e Perspectivas para 2026
A AB InBev reiterou a meta de desempenho superior em 2026, apesar de desafios econômicos e concorrência de bebidas alternativas. A empresa citou impactos da guerra do Irã e custos de fertilizantes, vidro e alumínio.
A companhia manteve a orientação para o ano inteiro, afirmando refletir a inflação e condições macroeconômicas. O lucro operacional orgânico cresceu 5,3% nos três primeiros meses, acima da previsão de 2,6% dos analistas.
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