- Zhongji Innolight, chinesa que fabrica transceptores ópticos, iniciou pedido confidencial de IPO em Hong Kong que pode levantar até US$ 3 bilhões ainda em 2026.
- A empresa já opera em Shenzhen e, no último ano, as ações subiram seis vezes, com lucro líquido de US$ 1,6 bilhão, o dobro de 2025.
- O processo de listagem em Hong Kong não foi confirmado oficialmente, mas avança com a estratégia de dupla listagem para ampliar o acesso a investidores.
- O movimento ocorre em um momento de estímulo da China a IPOs no setor de tecnologia, especialmente em chips de IA, com Alibaba ainda sendo o maior IPO em Hong Kong, em 2019.
- Dados locais indicam mais de 350 companhias esperando abrir capital; em janeiro foram arrecadados US$ 6 bilhões em IPOs, com participação de investidores estrangeiros como JPMorgan Asset Management.
A Zhongji Innolight, fabricante chinesa de transceptores ópticos, pode abrir capital em Hong Kong com um IPO que pode levantar até US$ 3 bilhões em 2026, segundo a Bloomberg. O anúncio não foi confirmado oficialmente pela empresa.
A operação estimularia uma dupla listagem, já adotada por várias companhias chinesas, para ampliar o acesso de investidores internacionais e diversificar fontes de financiamento. A Zhongji já está listada em Shenzhen.
O pedido é confidencial e faz parte de uma estratégia de expansão no setor de IA, onde os transceptores ópticos sustentam data centers e redes de alta velocidade. A iniciativa ocorre em meio a um intensificado apoio estatal ao mercado de tecnologia.
Contexto
A China promove IPOs no setor tech, especialmente ligadas a chips de IA e semicondutores. Hoje, Alibaba mantém o maior IPO já registrado em Hong Kong, com cerca de US$ 13 bilhões em 2019. A Zhongji pode marcar um retorno relevante.
Relatórios locais indicam que mais de 350 companhias aguardam ofertas públicas. Em janeiro, o país arrecadou US$ 6 bilhões com IPOs, indicador de aceleração do movimento. Investidores estrangeiros também fortalecem a presença no setor.
O interesse internacional inclui gestores como JPMorgan Asset Management, que investem em Alibaba, Baidu e outras empresas. No radar, empresas nacionais como Moore Threads impulsionam o ecossistema de IA com valorizações expressivas.
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