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Trump reduz tarifas de aço e alumínio para derivados, dizem fontes

Trump mantém 50% para aço e alumínio como commodities e reduz tarifas sobre derivados para 15% ou 25%, conforme decreto que deve sair nesta quinta-feira

Foto de banco de imagens de operário inspecionando bobina de chapa metálica em armazém industrial.
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  • O governo dos Estados Unidos planeja reformular o regime tarifário para aço e alumínio, mantendo 50% para as commodities e abrindo tarifas de 15% ou 25% para produtos derivados.
  • O decreto tarifário, assinado pelo presidente Donald Trump, deve ser anunciado ainda nesta quinta-feira.
  • A mudança busca simplificar um regime considerado excessivamente complexo após o aumento de 50% na Seção 232 no ano passado.
  • A nova alíquota deverá incidir sobre o valor total do produto derivado importado, facilitando o cumprimento das regras.
  • Equipamentos para siderurgia, como panelas de fundição e máquinas de laminação, podem se qualificar para 15%, com importação principalmente da Alemanha e da Itália.

O governo dos Estados Unidos planeja reformular o regime tarifário para aço e alumínio. A proposta mantém uma tarifa de 50% para as commodities, mas reduz as taxas sobre produtos derivados desses metais para 15% ou 25%, conforme o tipo de produto. As informações são de fontes familiarizadas com os planos.

A mudança busca simplificar um sistema tarifário considerado excessivamente complexo desde o ajuste feito no ano passado, quando Trump elevou as tarifas da Seção 232 para 50%. Ao reduzir as tarifas sobre derivados, o governo pretende facilitar o cumprimento das regras para importadores.

As informações indicam que o decreto tarifário pode incluir um anexo revisado com a lista de produtos sujeitos às novas tarifas. A decisão deve ser anunciada pelo presidente Donald Trump ainda nesta quinta-feira.

A alteração pode beneficiar equipamentos usados na siderurgia, que poderiam entrar na alíquota de 15% ao invés da tarifa anterior. Itens como panelas de fundição e máquinas de laminação entram nesse grupo, segundo as fontes.

Equipamentos de siderurgia costumam ser importados da Alemanha e da Itália, fabricados com ligas resistentes ao calor. O objetivo, conforme as fontes, é incentivar investimentos na produção nacional e reduzir a complexidade regulatória para importadores.

Fontes destacam que a expectativa é de que o novo regime torne mais previsíveis os custos de importação de derivados de aço e alumínio. O porta-voz da Casa Branca não respondeu de imediato a pedidos de comentário.

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