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Aena vence licitação e compra o Galeão por 2,9 bilhões de reais

Aena vence o leilão do Galeão por 2,9 bilhões, ágio de 210,88% sobre o mínimo, assume o controle total da concessão e paga 20% do faturamento anual

Movimento de passageiros no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Galeão.
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  • O Galeão foi leiloado por 2,9 bilhões de reais, com ágio de 210,88% sobre o mínimo de 932 milhões.
  • A vencedora foi a espanhola Aena, que já controla aeroportos como Congonhas, Recife, Maceió, João Pessoa e Aracaju, e disputou o leilão com Zurich Airport e RIOgaleão.
  • O certame teve 26 lances em viva-voz; na primeira etapa, Zurich Airport e Aena propuseram 1,5 bilhão de reais, enquanto a RIOgaleão ofertou 934.045.874 reais.
  • A venda foi organizada pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Anac, na sede da B3, com a participação do ministro Silvio Costa Filho; a Infraero deixará a operação, mantendo 49% até o momento.
  • A vencedora assume contribuição variável anual de 20% do faturamento da concessão até 2039; o Galeão movimentou cerca de 18 milhões de passageiros em 2025, representando 13% do tráfego aéreo nacional.

O Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, foi leiloado nesta segunda-feira e arrematado por 2,9 bilhões de reais, em etapa de venda assistida. O lance final representa ágio de 210,88% sobre o mínimo do edital, de 932 milhões.

A vencedora foi a espanhola Aena, que já opera outros aeroportos no Brasil. Concorreram também Zurich Airport e RIOgaleão, atual controladora do Galeão.

O leilão ocorreu na sede da B3, em São Paulo, com participação do ministro Silvio Costa Filho. A etapa de envelopes terminou com empate entre Aena e Zurich, ambos oferecendo 1,5 bilhão na primeira fase.

O Galeão passa a ficar sob controle total da concessionária vencedora, substituindo a atual gestão da RIOgaleão (Vinci Airports 70% e Changi Airports 30%). Infraero deixará o negócio, com 49% da operação.

O modelo de venda foi adotado em conjunto com o TCU, para modernização regulatória e reequilíbrio econômico-financeiro. A Aena assumirá também uma contribuição variável anual de 20% do faturamento bruto até 2039.

O Galeão é uma das principais portas de entrada de turistas e posição relevante na malha doméstica. Em 2025, registrou cerca de 18 milhões de passageiros, equivalente a 13% do tráfego aéreo nacional.

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