- Fleury aderiu a acordo não vinculante para investir na criação de uma nova empresa com Porto Seguro e Oncoclínicas.
- Fleury e Porto investiriam juntos R$ 500 milhões e teriam o controle da nova empresa, com participações a definir.
- Oncoclínicas aportaria ativos e operações oncológicas, além de endividamento e passivos de até R$ 2,5 bilhões.
- A nova empresa emitiria debêntures conversíveis em ações ordinárias, no total de R$ 500 milhões, subscritas por Porto e/ou Fleury; Oncoclínicas pode subscrever até 30% do total.
- Debêntures venceriam em quarenta e oito meses, com remuneração correspondente a 110% do CDI; operação sujeita a aprovações internas e auditoria na Oncoclínicas, com exclusividade de trinta dias a partir de 13 de março.
O Fleury informou nesta segunda-feira que aderiu a um acordo não vinculante para tornar-se investidor na possível formação de uma nova empresa, em parceria com Porto Seguro e Oncoclínicas. O objetivo é estruturar uma operação conjunta no setor de saúde.
Segundo o fato relevante, Fleury e Porto investiriam juntos R$ 500 milhões e teriam controle da nova companhia. As participações societárias ainda serão definidas entre as partes envolvidas.
A Oncoclínicas aportaria ativos e operações das clínicas oncológicas, além de assumir passivos de até R$ 2,5 bilhões. A empresa também entraria com dívidas associadas ao conjunto de ativos.
A nova empresa emitiria debêntures conversíveis em ações ordinárias, no montante total de R$ 500 milhões, subscritas por Porto e/ou Fleury. A Oncoclínicas manteria o direito de subscrever até 30% do total dessas debêntures.
As debêntures previstas venceriam em 48 meses a partir do desembolso e renderiam 110% do CDI. A conclusão da operação depende de aprovações internas e de auditoria na Oncoclínicas.
A Oncoclínicas concedeu exclusividade de 30 dias ao Fleury e à Porto, contados a partir de 13 de março, para avançarem nas tratativas. O prazo busca consolidar condições do acordo.
A entrada do Fleury ocorre semanas após a Porto Seguro e a Oncoclínicas assinarem termo de compromisso para constituir a nova empresa, concentrando ativos e operações de clínicas oncológicas.
Anteriormente, a Oncoclínicas havia informado que a Porto Seguro aportaria R$ 500 milhões e subscreveria ações que representariam o controle do capital votante, detendo no mínimo 30% do capital social.
Entre na conversa da comunidade