- A Lego planeja ampliar investimentos nos Estados Unidos, com construção de uma nova fábrica na Virgínia prevista para 2027 e expansão do varejo em cidades como Minnetonka (Minnesota) e Broomfield (Colorado).
- O CEO, Niels B. Christiansen, disse que há impulso no mercado norte‑americano e que ele está crescendo; não há sinais de recessão nos EUA.
- Em 2025, a Lego registrou receita de 83,5 bilhões de coroas e lucro, com alta de 12%, atingindo lucro recorde; as vendas ao consumidor subiram 16%.
- O portfólio atingiu 868 itens no ano passado, incluindo novidades em parceria com a Fórmula 1.
- A Lego inaugurou uma nova sede para as Américas em Boston e busca manter flexibilidade diante de um ambiente global volátil, sem apontar impactos até o momento no comportamento do consumidor.
A Lego planeja ampliar seus investimentos nos Estados Unidos, mesmo diante dos riscos políticos relacionados à guerra no Irã. A informação foi confirmada pelo CEO Niels B. Christiansen em entrevista à Bloomberg News. A estratégia foca em aumentar a participação no mercado local.
A fabricante dinamarquesa de brinquedos divulgou, na terça-feira, resultados de 2025 com recordes de vendas e lucro. A receita total ficou em 83,5 bilhões de coroas dinamarquesas, cerca de US$ 12,9 bilhões, uma alta de 12%.
As vendas ao consumidor subiram 16%, impulsionadas pela demanda em todas as regiões. O crescimento ficou acima do ritmo do mercado global de brinquedos, que avançou 7% no ano passado, segundo a Circana.
Expansão nos Estados Unidos
A Lego vem investindo no portfólio e hoje anuncia uma nova fábrica na Virgínia, prevista para abrir em 2027, além de ampliar a presença no varejo fora das grandes cidades, como Minnetonka (Minnesota) e Broomfield (Colorado).
A empresa também criou uma nova sede para as Américas em Boston, para apoiar contratações e estratégias locais. Christiansen afirmou que o desempenho nos EUA tem apresentado crescimento consistente nos últimos três anos.
A companhia mantém o foco na flexibilidade diante de um ambiente global volátil. Embora monitore tensões geopolíticas no Oriente Médio e variações nos preços do petróleo, não houve sinal de impacto no comportamento do consumidor até o momento.
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