- O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, quer ouvir Gabriel Galípolo e Roberto Campos Neto sobre a relação entre o Banco Central e o Banco Master, cuja quebra expôs um esquema que chamou a atenção dos três poderes.
- Também está prevista a oitiva de Martha Graeff, ex-namorada do dono do Master, Daniel Vorcaro.
- Em meio à crise, a colunista Mariana Barbosa aponta que é hora de repensar a atuação da Comissão de Valores Mobiliários para ter uma regulação mais ágil do mercado.
- Um grupo de trabalho fez um pente-fino nos processos ligados ao Master, à gestora Reag e entidades relacionadas para identificar falhas da própria CVM.
- O caso pode impulsionar mudanças na atuação da CVM após as CPIs Master, com foco na regulação financeira.
O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pediu a convocação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do ex-presidente Roberto Campos Neto. A pauta envolve a relação entre o BC e o Banco Master, cuja quebra impactou o cenário financeiro e político.
A comissão também pretende ouvir Martha Graeff, ex-namorada do empresário por trás do Master, para esclarecer ligações entre os protagonistas e possíveis impactos no mercado. O objetivo é esclarecer responsabilidade e falhas na regulação.
Controle sobre a regulação financeira
Mariana Barbosa aponta que, após o caso Master, há espaço para discutir mudanças na atuação da CVM. Um grupo de trabalho investiga processos ligados ao Master, à gestora Reag e entidades associadas, buscando evidenciar falhas regulatórias.
Desdobramentos na atuação regulatória
A expectativa é que as investigações reforcem a necessidade de maior transparência e rapidez na resposta regulatória. A CPI também analisa impactos sobre políticas de supervisão e fiscalização do mercado de capitais no Brasil.
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