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Nova chefe da BP ganhará £11,7 milhões neste ano, o dobro da antecessora

Meg O’Neill, primeira mulher a chefiar a BP, chega em abril vindo da Woodside Energy e receberá ao menos £11,7 milhões neste ano, com £1,6 milhão de salário-base e o restante em ações que vestirão nos próximos anos

The bulk of Meg O’Neill’s pay packet will be made up of share awards she was in line for over the next five years in her previous role.
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  • Meg O’Neill será nova CEO da BP, primeira mulher a liderar a empresa em 117 anos, e chegará vindo da Woodside Energy em abril.
  • Ela receberá salário-base de £1,6 milhão, pouco acima do antecessor Murray Auchincloss, com a maior parte da remuneração em ações.
  • O pacote total de remuneração fica em pelo menos £11,7 milhões neste ano, mais que o dobro dos £5,3 milhões pagos ao anterior chefe.
  • Em participações, constam £8,3 milhões para prêmios de ações que deveriam vencer em 2027 e 2028, e £1,8 milhões para prêmios que venceriam em 2029 a 2031.
  • O’Neill é ex-executiva da ExxonMobil e, desde 2024, ocupa a posição de CEO interina/“head” na BP em transição após a saída de Bernard Looney.

Meg O’Neill assumirá a direção da BP em abril, tornando-se a primeira CEO externa da empresa em 117 anos e a primeira mulher no cargo. O anúncio ocorre em meio a pressão para reverter o desempenho da companhia.

A remuneração anunciada para O’Neill soma pelo menos £11,7 milhões neste ano. O pacote inclui £1,6 milhão de salário base e o restante em ações a vestirem nos próximos anos, conforme acordos de seu cargo anterior.

  • O’Neill deixaria a Woodside Energy, onde ocupava posição de executiva, para assumir a liderança da BP.
  • Ela é a terceira CEO em menos de cinco anos na BP, país de grandes ajustes estratégicos.

Remuneração e composição do pacote

O salário base de £1,6 milhão fica próximo ao do antecessor Murray Auchincloss, mas a maior parte do pacote vem de prêmios de ações. Milhões adicionais devem entrar por meio de ações que estavam previstas para vestirem entre 2027 e 2031.

Contexto corporativo e desempenho

Auchincloss saiu do posto no fim do ano passado, após menos de dois anos. A BP enfrenta pressão de acionistas por melhorias de performance diante de um cenário de lucros mais fracos e de questionamentos sobre a estratégia de transição energética.

Panorama de mercado e desafios

A empresa vem sob escrutínio após resultados abrandados, enquanto rivais mantêm maior lucratividade. O setor registra volatilidade, com o preço do petróleo em recuperação recente e tensões geopolíticas apontando para fluxos de oferta diferentes.

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