- Ibovespa caiu 4,24% na abertura, para 181.359,58 pontos, refletindo aversão ao risco global diante do conflito no Oriente Médio.
- A tensão aumenta com a possibilidade de fechamento do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
- O petróleo subiu e Petrobras manteve fôlego, com PETR3 em alta de 0,83% e PETR4 subindo 0,15%.
- AXIA Energia (AXIA3 e AXIA6) e Vale (VALE3) recuam mais de 5% cada uma.
- Em Wall Street, os principais índices caíram: Dow Jones -2,22% (47.821,09), S&P 500 -2,06% (6.739,71) e Nasdaq -2,12% (22.265,45).
O Ibovespa reagiu de forma contida à escalada das tensões no Oriente Médio, apresentando queda realizada desde a abertura do pregão. Enquanto o desempenho da Petrobras era robusto, o índice brasileiro recuou por aversão ao risco global.
Perto das 13h, o recuo estava em 4,24%, aos 181.359,58 pontos. Investidores adotaram postura mais defensiva diante das incertezas geopolíticas, buscando ativos estáveis devido à maior percepção de risco.
A explicação envolve o possível fechamento do Estreito de Ormuz, rota-chave do petróleo. Segundo a economista Jucelia Lisboa, o petróleo pressionou a oferta global, influenciando cortes de juros esperados e redução de exposição a ativos de risco.
Mercados e ações em queda
Axia Energia (AXIA3 e AXIA6) e Vale (VALE3) caíram acima de 5%. Petrobras permaneceu em território positivo: PETR3 subiu 0,83% e PETR4 avançou 0,15%.
Mercado externo acompanha o recuo
Nos EUA, principais índices também registraram quedas: Dow Jones (-2,22%), S&P 500 (-2,06%) e Nasdaq (-2,12%). As perdas refletem o mesmo clima de aversão ao risco em meio ao conflito regional.
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