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BC libera desconto de aportes antecipados ao FGC por bancos após caso Master

Banco Central autoriza descontar aportes antecipados ao Fundo Garantidor de Créditos, liberando cerca de 30 bilhões neste ano e neutralizando impacto na liquidez

Banco Central do Brasil. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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  • O Banco Central autorizou bancos a descontar dos aportes antecipados ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) o dinheiro que fica parado no BC.
  • A medida foi anunciada após a liquidação do Banco Master e pode liberar cerca de 30 bilhões de reais aos bancos neste ano.
  • Segundo o BC, o recurso extra não terá impacto na economia, pois compensará os recursos que deixarem de circular por causa das antecipações ao FGC.
  • A finalidade é neutralizar o efeito da antecipação na liquidez do sistema e manter recursos no BC para momentos de estabilidade financeira.
  • O Fundo Garantidor de Créditos devolve até 250 mil reais por instituição liquidada e até 1 milhão de reais por correntista a cada quatro anos.

O Banco Central decidiu nesta terça-feira, 3, que os bancos poderão descontar os valores que devem antecipar ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) do compulsório. A medida mira compensar a liquidez afetada pela antecipação de aportes ao FGC.

A decisão ocorre no contexto da liquidação extrajudicial do Banco Master, fechada pelo BC em novembro. O BC afirma que a liberação estimada de cerca de 30 bilhões de reais neste ano não deve impactar a economia, pois equilibra recursos que deixariam de circular.

A norma busca neutralizar o efeito dessas antecipações sobre a liquidez do sistema financeiro. O objetivo é manter recursos das instituições no BC para uso em momentos de maior necessidade, contribuindo para estabilidade e eficiência do setor.

O FGC atua para devolver até 250 mil reais por investimento em instituições liquidadas e até 1 milhão de reais por correntista a cada quatro anos quando clientes são afetados por problemas bancários, como no caso do Master.

Contexto e próximos passos

  • O BC sustenta que a flexibilização não altera regras da política de compulsórios, apenas otimiza a gestão de liquidez das instituições.
  • A medida depende de regulamentação vigente e de eventuais ajustes futuros conforme o desempenho do sistema financeiro.

Fonte: Agência Brasil

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