- Transações no mercado secundário indicam a Tether avaliada entre US$ 350 bilhões e US$ 375 bilhões, segundo fontes do setor.
- Mesmo no piso de US$ 350 bilhões, a avaliação poderia colocar o principal executivo da empresa entre as pessoas mais ricas, chegando a superar Warren Buffett em determinados cenários.
- A Forbes estimou a Tether em cerca de US$ 200 bilhões, valor que elevaria fortunas de executivos como o CFO Giancarlo Devasini a dezenas de bilhões de dólares.
- A Tether afirma ter lucrado aproximadamente US$ 10 bilhões no ano anterior (não auditado) e mantém a capitalização de USDT em US$ 184 bilhões.
- A empresa busca ampliar presença nos EUA com a stablecoin USAT e enfrenta maior escrutínio regulatório, em meio a propostas como o GENIUS Act do OCC.
A Tether, maior emissora de stablecoins, pode estar avaliada em até US$ 375 bilhões no mercado secundário, segundo fontes do setor. A confirmação parcial ocorre mesmo com o teto de captação acima de US$ 350 bilhões não sendo atingido.
As informações indicam que a faixa de negociação atual fica entre US$ 350 bilhões e US$ 375 bilhões. O montante ainda está abaixo do objetivo de até US$ 500 bilhões buscado pela empresa em captação anterior.
A Forbes aponta que, mesmo com o valor abaixo do teto, a avaliação elevada pode impactar o ranking de fortunas entre executivos da empresa. Em paralelo, a Tether não respondeu aos pedidos de comentário.
SoftBank e Ark Invest teriam sido citados como potenciais participantes da rodada, mas fontes próximas afirmam que o SoftBank não investe na Tether e a Ark Invest não respondeu aos contatos.
Relatos de mercado indicam que a Tether buscava US$ 20 bilhões por cerca de 3% do negócio inicialmente, depois recuando para US$ 5 bilhões após resistência entre investidores, conforme o Financial Times.
A Forbes estima a Tether em cerca de US$ 200 bilhões, valor bem acima da estimativa de US$ 50 bilhões feita há um ano. Caso se confirme, isso impulsionaria fortunas de executivos como o CFO Giancarlo Devasini.
Com uma avaliação de US$ 200 bilhões, Devasini manteria patrimônio estimado em torno de US$ 89 bilhões, enquanto o CEO Paolo Ardoino e o ex-CEO Jean-Louis van der Velde chegariam a cerca de US$ 38 bilhões cada.
Caso a avaliação alcance US$ 350 bilhões, o patrimônio de Devasini poderia ultrapassar US$ 156 bilhões, elevando-o entre as 10 pessoas mais ricas do mundo, acima de Warren Buffett, conforme os cálculos da reportagem.
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