- A Reforma Tributária introduz o IVA Dual, unificando cinco tributos e criando a CBS e o IBS, com vigência prevista entre 2026 e 2033.
- Um eBook gratuito, elaborado por Felipe Beraldi, explica os impactos da mudança sobre consumo para PMEs, especialmente no mercado B2B.
- Mais de 2 milhões de negócios do Simples Nacional podem ser afetados, com foco na geração de créditos tributários para clientes.
- Durante a transição, haverá convivência entre o sistema atual e o novo modelo, exigindo planejamento financeiro e gestão paralela até 2033.
- A gestão eficaz, a organização financeira e a digitalização de processos são apontadas como essenciais para manter margens e competitividade na prática do dia a dia das PMEs.
A Reforma Tributária chegou à fase de implementação, alterando a rotina de pequenas e médias empresas. A Omie, fabricante de ERP, lançou um eBook gratuito para esclarecer os impactos do novo modelo de tributação sobre consumo, válido entre 2026 e 2033.
O material, assinado pelo economista Felipe Beraldi, detalha a Emenda Constitucional nº 132, que institui o IVA Dual. A proposta prevê a unificação de cinco tributos e a criação da CBS e do IBS. Mais de 2 milhões de negócios no Simples Nacional podem ser afetados, especialmente na geração de créditos para clientes.
Reforma Tributária e IVA Dual
O IVA Dual mudará a forma de recolhimento de impostos sobre consumo, com novas regras de apuração e crédito. A transição permitirá convivência entre o sistema atual e o novo modelo até 2033, exigindo gestão de recolhimentos paralelos por anos.
O guia alerta que a adaptação demanda planejamento financeiro desde já. A falta de preparo pode comprometer margens, competitividade e liquidez das empresas. A obra recomenda organizar finanças e processos para acompanhar as mudanças.
Simples Nacional no foco da Reforma Tributária
Segundo o material, empresas do Simples Nacional que vendem para outras empresas enfrentarão uma escolha entre formatos de recolhimento. Permanecer no Simples reduz o crédito repassado ao comprador, enquanto aderir a CBS/IBS fora do regime pode transferir créditos integralmente, porém aumenta a carga e a complexidade.
Felipe Beraldi ressalta a necessidade de avaliação cuidadosa para não comprometer margens. A decisão precisa considerar impactos operacionais e financeiros, além da competitividade no mercado.
Desafios de gestão na transição
Durante a implementação, as empresas deverão operar com dois sistemas simultâneos, o que aumenta a complexidade. O cenário já registra litígios e insegurança jurídica, elevando os desafios da transição para o ambiente corporativo.
Para Beraldi, a profissionalização da gestão é prioridade, com planejamento tributário como componente essencial. A digitalização de processos facilita o registro de operações e a separação de tributos, reduzindo erros e agilizando a adaptação.
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