- Edinho Potsch, co-CEO da N Sports, defende a livre concorrência entre emissoras na disputa por direitos de transmissão e aposta na creators economy.
- A N Sports investe em conteúdos pré e pós-partidas e nas redes sociais, guiadas por influenciadores parceiros, além da transmissão ao vivo.
- O mercado brasileiro de transmissões esportivas tem mais players; a Copa do Mundo deste ano terá exibição pela Casimiro Miguel no YouTube, enquanto o SBT também transmitirá jogos.
- Segundo Potsch, mais detentores implicam mais investimento, mas elevam a qualidade do conteúdo e ampliam o acesso do público.
- Em 2025, a N Sports fechou parceria com o SBT para a Copa do Mundo e com a Record para o Brasileirão, além de colaborar com o Desimpedidos em programas de repercussão e debates.
Edinho Potsch, co-CEO da N Sports, concedeu entrevista exclusiva ao Lance! para falar sobre os direitos de transmissão esportiva no Brasil. O executivo defendeu a livre concorrência entre emissoras e destacou a aposta da empresa na creators economy, com participação de influenciadores na produção de conteúdos.
Potsch ressaltou que possuir o direito de transmissão não garante qualidade. A N Sports investe no que fica atrás da tela ao vivo, criando produtos pré e pós-partida e fortalecendo as redes sociais com parceiros influenciadores.
Além disso, o executivo comentou a estratégia de 2025, que envolve coproduções com grandes players para ampliar as opções de exibição. A empresa já integrou a transmissão da Copa do Mundo com o SBT e mantém negócio com a Record.
Mercado ampliado de transmissões
O mercado esportivo brasileiro vem se tornando mais dividido após a pandemia, com novos players e plataformas ganhando espaço. Em 2026, a Copa terá exibição por diferentes veículos, incluindo plataformas digitais, YouTube e TV aberta, aumentando a competição.
Potsch diz que mais detentores elevam os investimentos das emissoras, ampliando a qualidade do conteúdo para o público. Ele afirma que a concorrência pode exigir inovação constante para diferenciar cada movimento no mercado.
O executivo enfatiza que a missão da N Sports é ser uma parceira viável para rivais. A empresa busca contribuir com a produção de conteúdo esportivo, não apenas atuar como concorrente direto, ampliando opções para o público. Fonte: Lance!
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