- O Tribunal de Contas da União arquivou, por unanimidade, o processo que questionava a indicação de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários.
- O Ministério Público junto à Corte havia apresentado pedido de apuração sobre a indicação, feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no começo de janeiro, sem o respaldo da equipe econômica.
- O ministro Bruno Dantas foi o relator, seguindo o parecer da unidade técnica do TCU.
- A sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado ainda não tem data para ocorrer.
O Tribunal de Contas da União arquivou, por unanimidade, o processo que questionava a indicação de Otto Lobo para a presidência da CVM, a Comissão de Valores Mobiliários. O Ministério Público junto à Corte havia pedido a apuração.
A decisão seguiu o parecer da unidade técnica do TCU, relatada pelo ministro Bruno Dantas. A indicação ocorreu no início de janeiro, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o nome, sem respaldo explícito da equipe econômica.
A CVM é autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, responsável por regular fundos de investimento. À época, a Secom afirmou que Otto Lobo possui currículo adequado às atribuições do cargo, que ainda precisa passar por sabatina no Senado.
Master e investigações
O caso Master ganhou atenção no Senado, com um grupo de trabalho da CAE acompanhando as investigações. A Polícia Federal investiga suspeitas de fraude envolvendo o Banco Master e instituições como a Reag Investimentos.
Segundo as autoridades, fundos podem ter sido usados em esquemas fraudulentos. A apuração envolve etapas de cooperação entre as autoridades e apurações em várias instituições do mercado financeiro.
Operações em andamento
Além do caso Master, a PF investigou operações envolvendo denúncias de uso de drogas para facilitar crimes cibernéticos e a disseminação de imagens. As apurações ocorreram em cinco estados, ampliando o escopo das investigações em curso.
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