- Adam Mosseri, chief executivo do Instagram, depôs no terceiro dia do julgamento histórico entre Meta e Google, em Los Angeles.
- Ele rejeitou a ideia de “vício clínico” nas redes sociais e sugeriu o conceito de “uso problemático”.
- A ação acusa Meta, dona do Instagram e Facebook, e YouTube, da Google, de projetar produtos viciantes para crianças para aumentar lucros.
- O caso pode estabelecer precedentes para dezenas de processos envolvendo plataformas de redes sociais.
- Mosseri destacou a importância de diferenciar entre dependência clínica e uso problemático, citando exemplos pessoais.
Adam Mosseri, CEO do Instagram, depôs no julgamento histórico entre Meta e Google, realizado em Los Angeles. A acusação aponta que as plataformas foram projetadas para viciar crianças e adolescentes para ampliar lucros. Mosseri foi o primeiro executivo de uma big tech a testemunhar no caso.
Durante o depoimento, o executivo explicou que prefere falar em uso problemático das redes sociais em vez de dependência clínica. A defesa sustenta que o foco é entender padrões de uso, não diagnosticar transtornos.
O julgamento envolve a Meta, proprietária do Instagram e do Facebook, e o YouTube, da Google. As duas empresas são apontadas por estimular comportamentos viciantes entre jovens. A decisão pode estabelecer precedentes para outras ações judiciais.
Mosseri ressaltou situações em que alguém reconhece ter usado excessivamente uma série ou aplicativo, mas diferenciou esse comportamento da dependência clínica. Ele afirmou que a distinction entre uso problemático e dependência clínica é relevante para a análise.
O caso tem como objetivo esclarecer se as plataformas adotaram estratégias para reter a atenção de menores de forma deliberada, com consequências para a segurança online e a privacidade. Advogados de ambas as partes aguardam os próximos testemunhos.
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