- Alemanha e Polônia devem assumir conjuntamente a responsabilidade pela recuperação econômica da Europa, dizem os ministros em Varsóvia.
- O ministro polonês das Finanças, Andrzej Domanski, destacou a necessidade de a Europa se tornar mais competitiva.
- O vice‑canceler e ministro alemão das Finanças, Lars Klingbeil, afirmou que a relação transatlântica está mudando e é hora de fortalecer a Europa.
- Klingbeil disse que a UE precisa ser mais rápida, mais inteligente e capaz de lidar com a complexidade.
- Os ministros de seis grandes economias europeias, incluindo Alemanha e Polônia, enfatizaram a meta de aprofundar a cooperação e acelerar projetos, em meio a uma corrida por competitividade.
Polônia e Alemanha devem compartilhar a responsabilidade pela recuperação econômica da Europa, afirmou o ministro das Finanças polonês, Andrzej Domański, durante uma coletiva em Varsóvia nesta segunda-feira, recebida como ponto de partida para ações conjuntas.
O vice-chanceler e ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, destacou a necessidade de tornar a Europa mais competitiva, mencionando que a relação transatlântica passa por mudanças e que é hora de fortalecer a União Europeia.
Klingbeil reforçou que a UE precisa ser mais ágil, inteligente e capaz de lidar com a complexidade, enquanto Domański disse que a Europa está em uma corrida pela competitividade e pelo fortalecimento econômico.
Os dois ministros participaram de uma conversa conjunta com representantes de outras economias-chave, no intuito de acelerar projetos estagnados pelo processo decisório da UE.
Klingbeil comentou sobre a conferência de vídeo da semana anterior, na qual se definiu o objetivo de aprofundar a cooperação europeia e pressionar pela atuação da Comissão Europeia para avançar as iniciativas.
Domański afirmou que a Europa está em um ritmo de corrida pela competitividade, pelo crescimento econômico e pela construção de força verdadeira, defendendo aceleração das reformas e investimentos.
A agenda conjunta busca manter o impulso entre as seis maiores economias da região, com parcerias que indiquem um caminho mais rápido para políticas e projetos de alto impacto.
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