- O Ibovespa fechou em alta de 0,79%, aos 182.793,45 pontos, apoiado pelo otimismo em Wall Street, mas com ganho limitado pela forte queda de Petrobras e de petroleiras devido à queda dos preços do petróleo após declarações sobre o Irã.
- O índice atingiu máxima de 182.889,95 e mínima de 181.347,63, com volume financeiro de cerca de R$ 25,96 bilhões no primeiro pregão de fevereiro.
- O dólar à vista fechou em R$ 5,2577, alta de 0,18%, após recuo de janeiro e queda de 4,39% no mês.
- No intraday, a moeda chegou a sulcar R$ 5,2371 (-0,21%) às 9h46, antes de fechar perto da estabilidade.
- Em janeiro, o dólar acumulou queda de 4,21% (com baixa mensal de 4,39%), refletindo movimentos de realização de lucros e condições externas.
O Ibovespa encerrou o primeiro pregão de fevereiro em alta de 0,79%, aos 182.793,45 pontos. O ganho foi puxado pelo otimismo em Wall Street, ainda que tenha sido limitado pela forte queda de Petrobras e de outras petroleiras, reagindo à queda dos preços do petróleo após declarações de Donald Trump sobre negociações com o Irã.
O dia também teve giro financeiro de R$ 25,96 bilhões, antes dos ajustes finais. O índice atingiu a máxima de 182.889,95 pontos e a mínima de 181.347,63, evidenciando volatilidade ao longo da sessão.
O dólar fecharau próximo da estabilidade, cotado a R$ 5,2577, alta de 0,18%. A moeda acumula queda de 4,21% no ano, após recuo de 4,39% em janeiro. Pela manhã, o câmbio chegou a recuar para R$ 5,2371, antes de fechar perto de R$ 5,25.
Ibovespa
O Ibovespa teve suporte de desejos de compra em Wall Street, ajudando a sustentar o fechamento positivo. No entanto, a Petrobras pesou sobre o índice, diante da oferta de petróleo no mercado global.
Entre ações, Petrobras registrou queda expressiva, contribuindo para o recuo de várias blue chips ligadas ao setor de energia. O recuo limitou o desempenho de todo o índice, mesmo com o suporte de outros setores.
Dólar
O dólar à vista operou com leve volatilidade ao longo do dia. A moeda oscilou entre quedas na abertura e leve alta no encerramento, mantendo-se acima de R$ 5,25 diante de movimentos de realização de lucros.
No exterior, a moeda americana teve desempenho desfavorável frente algumas moedas da região, contribuindo para o cenário de estabilidade local na sessão. Investidores seguem atentos a sinais de política monetária e dados macro.
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