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Vendedor de elite da Tom Ford acusa chefe de oferecer sexo a clientes VIP

Funcionário de loja de Miami acusa gerente de favorecer clientes VIP com atos sexuais e fotos íntimas, levando a investigação da EEOC

An employee at Tom Ford's Miami Design District flagship claims that his boss gave sexual favors to top clients.
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  • Um vendedor da loja flagship da Tom Ford no Design District, em Miami, alega que a gerente mantinha relações com clientes VIP e oferecia favores sexuais.
  • Segundo o relato, ocorrências teriam acontecido em provadores e incluíam situações envolvendo terceiros, com o funcionário sendo pressionado a participar.
  • A queixa foi registrada na Comissão de Oportunidades Equal de Emprego (EEOC) dos Estados Unidos; a empresa afirma ter investigado as acusações e contesta as alegações.
  • O funcionário diz ter participado para manter-se entre os melhores vendedores, temendo retaliação caso recusasse.
  • A EEOC abriu investigação sobre as acusações; a Tom Ford Fashion foi adquirida pela Estée Lauder Companies em 2023 por 2,8 bilhões de dólares.

O que aconteceu: um vendedor de uma boutique da Tom Ford em Miami afirma que a gerente tratou clientes super-VIP com favores sexuais, fotos íntimas e até propostas de encontros a três com colaboradores. O relato foi registrado em um órgão federal dos EUA.

Quem está envolvido: o denunciante, um veterano da loja que já foi um dos maiores ganhos do estabelecimento, a gerente descrita como influente na cena social local e, ainda, clientes de alto perfil identificados apenas por siglas no documento. A Tim deixou claro que não comenta situaçães pessoais.

Quando: a denúncia foi apresentada em outubro, com relatos que teriam começado por volta de 2020 e se estenderiam até o momento da queixa formal.

Onde: a loja alvo fica no Design District de Miami, ponto de venda da marca desde a década passada, conhecida por atender clientes de alto poder aquisitivo e voos de luxo, incluindo viagens a Milão para desfiles.

Por quê: o funcionário afirma que a gerência oferecia vantagens pessoais para manter clientes fiéis e o status de elite entre a equipe de vendas, além de manter relações com produtores e diretores de cinema. Segundo o documento, tais ações teriam sido incentivadas pela direção da loja.

Desdobramentos: o caso foi registrado na Equal Employment Opportunity Commission (EEOC) dos EUA, que abriu uma investigação. A empresa Tom Ford Fashion afirmou que mantém um ambiente de trabalho livre de discriminação e que já realizou uma apuração interna, que não concorda com as alegações e será tratada pelas vias legais adequadas.

Contexto corporativo: a Tom Ford Fashion foi adquirida pela Estée Lauder Companies em 2023, por cerca de 2,8 bilhões de dólares, o que reforça o escrutínio sobre condutas internas e políticas de governança da marca.

Resposta da empresa: a representante da Tom Ford Fashion informou que a empresa está comprometida com um ambiente de trabalho adequado e que as alegações serão discutidas nos canais legais competentes. Não foram fornecidos detalhes adicionais no momento.

Atualização: a gestão do caso está vinculada à investigação da EEOC, sem conclusão anunciada, enquanto a defesa da gerente e de outros citados permanece em andamento nos autos formais.

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