- Dólar comercial fechou em R$ 5,206, queda de 1,41%, menor valor em 20 meses.
- A cotação caiu ao longo de toda a sessão, chegando perto da mínima do dia.
- Ibovespa encerrou aos 181.919 pontos, alta de 1,79%, superando a marca de 180 mil e atingindo recorde.
- Fluxo de capitais estrangeiros e fatores internos contribuíram para o bom clima no mercado.
- A prévia da inflação de janeiro desacelerou, ajudando a bolsa, e o mercado passou a precificar possível corte da Selic na reunião de quarta-feira, 28, com impactos nos juros futuros.
O dólar fechou em queda nesta terça-feira (27), atingindo o menor nível em 20 meses, em R$ 5,206 no dólar comercial. O recuo foi de R$ 0,074 (-1,41%), com a cotação operando em baixa durante toda a sessão.
A bolsa de valores rendeu mais de 1,7%, com o Ibovespa fechando em 181.919 pontos, acima de 180 mil e em terreno de recorde. O cenário favoreceu entradas de capital estrangeiro e apostas em juros estáveis no curto prazo.
Fontes e fatores internos apontam para a prévia de inflação de janeiro, que desacelerou, ajudando o tom positivo. Analistas avaliam que a taxa Selic pode começar a recuar apenas na reunião de março, enquanto o mercado já precifica cortes no futuro próximo.
Impulso externo e interno
O ambiente global favoreceu fluxos para emergentes, especialmente com movimentos vistos nos EUA. Doméstico, a divulgação de dados de inflação embalaram ganhos na bolsa e reduziram a inclinação para alta de juros.
Juros e próximo passo
No mercado futuro, as expectativas de cortes da Selic ganharam fôlego, refletindo no tom das negociações. A decisão de política monetária ocorre na quarta-feira, 28, e deve ser acompanhada com atenção por investidores.
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