- bitcoin retomou acima de 92 mil dólares na abertura da semana, com alta de 1,2%, enquanto o mercado de ações asiático avançou e o petróleo oscilou após a intervenção dos EUA na venezuela; a capitalização total do cripto mercado ficou em 3,23 trilhões de dólares.
- ether subiu 0,4% e ripple (+3,1%) contribuíram para o rali, com o criptomercado total em alta; bitcoin é cotado em 92.947 dólares.
- petróleo Brent chegou a recuar mais de 1% antes de estabilizar, e o WTI caiu cerca de 0,4%, diante de possíveis impactos na oferta global de venezuela, maior reserva de petróleo comprovada.
- venezuela, núcleo de tensão regional, ficou sob controle temporário dos Estados Unidos, com o presidente Donald Trump anunciando a ação; Nicolás Maduro e Cilia Flores foram citados em denúncia de narco-terrorismo.
- ETFs de criptomoedas provocaram fluxo positivo, com o Fear-Greed neutral; especialistas veem possibilidade de BTC mirar 100 mil dólares, com suporte próximo de 88,5 mil.
Bitcoin rompeu acima de US$ 92 mil na abertura dos mercados asiáticos, enquanto ações globais subiam e o petróleo oscilava após a intervenção dos EUA na Venezuela. O movimento ocorre no início de 2026 e reconfigura o ambiente de risco global. A alta chegou com o dólar estável e o mercado avaliando a captura de Nicolás Maduro por autoridades americanas.
Autoridades dos EUA afirmam ter colocado a Venezuela sob controle temporário, após a prisão de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, em Nova York, sob acusação de narco-terrorismo e crimes correlatos. A acusação sustenta que o tráfico de drogas financiou elite política e militar venezuelana.
Mercados em movimento
O petróleo recuou levemente após oscilações iniciais; Brent caiu mais de 1% em alguns momentos, antes de recuar para queda de cerca de 0,25%. O WTI caiu cerca de 0,4%, com traders avaliando o impacto da intervenção na oferta global. A Venezuela detém reservas consideráveis de petróleo, o que amplifica a reação do mercado.
No câmbio e nos ativos de risco, o cenário foi de recuperação. As ações na região asiática mostraram otimismo, com o MSCI ex-Japão subindo cerca de 1,2%. O Japão liderou ganhos, com o Nikkei avançando 2,8% após dados que sugerem estabilização da atividade industrial em dezembro.
Criptomoedas e fluxo institucional
Investidores passaram a ver o choque geopolítico como viés de busca por ativos alternativos, contribuindo para o rali de cripto. ETFs de criptomoedas atraíram fluxos expressivos, com entradas líquidas próximas de US$ 646 milhões no primeiro pregão do ano.
O Fear-Greed Index manteve-se neutro, o que indica leitura equilibrada de risco. O Bitcoin operava em torno de US$ 92,8 mil, com possibilidade de avanço rumo a US$ 100 mil se superar a resistência em US$ 93,7 mil, segundo analistas. O suporte próximo situava-se ao redor de US$ 88,5 mil.
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