- A China vai priorizar renovação urbana e estabilização do mercado imobiliário no novo Plano Quinquenal 2026–2030, iniciado em 2026, com foco na redução de estoques e na oferta de moradias acessíveis.
- Medidas incluem venda de casas novas prontas, apoio de governos locais à habitação social e uso da “lista branca de projetos” para financiamento rápido de imóveis.
- Autoridades vão ampliar a discricionariedade local para ajustar políticas, além de reforçar o controle do endividamento de construtoras e proteger os compradores.
- Política pretendida segue princípios orientados ao mercado e ao Estado de Direito, com fortalecimento da supervisão de fundos de pré-venda e defesa dos direitos dos consumidores.
- O setor, que representa cerca de setenta por cento da riqueza das famílias, receberá atenção especial para habitação de baixa renda e grupos vulneráveis; a construtora China Vanke informou ter sido aprovada a extensão do prazo de carência para pagamento de título de dois bilhões de yuans, com vencimento em quinze de dezembro.
A China vai priorizar a renovação urbana e a estabilização do mercado imobiliário em 2026, conforme o novo Plano Quinquenal 2026-2030. O foco é reduzir estoques, apoiar habitação social e ampliar a oferta de moradias acessíveis. O anúncio ocorreu em Pequim, durante uma conferência de política habitacional nos dias 22 e 23 de dezembro.
O plano prevê venda de casas novas já prontas para acelerar a visualização de imóveis pelos compradores. Também haverá maior discricionariedade local para ajustar políticas, conforme as condições de cada região. A iniciativa busca reduzir riscos de endividamento de construtoras e proteger compradores.
A conferência também destacou o reforço de mecanismos como a lista branca de projetos, que financia rapidamente projetos residenciais paralisados. Governos locais devem usar mais amplamente sua margem de manobra para ajustar políticas e responder a mercados locais.
Estabilização do mercado e medidas setoriais
Autoridades afirmaram que as políticas serão adaptadas às realidades locais para gerir oferta e estoques. Haverá apoio à compra de imóveis existentes para uso como habitação social por governos locais, fortalecendo opções de moradia.
A China enfatizou a necessidade de vender casas novas prontas para que compradores vejam exatamente o que estão adquirindo. O objetivo é aumentar a confiança e acelerar decisões de compra. Investidores e socorro a bancos também integram a estratégia.
O plano prevê monitorar o endividamento das construtoras com base em princípios de mercado e Estado de direito. Também haverá maior supervisão dos fundos de pré-venda, para proteger direitos dos compradores.
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A China Vanke, uma das maiores do setor, informou ter obtido aprovação para estender o prazo de carência de um título de 2 bilhões de yuans, até o vencimento em 15 de dezembro. A medida sinaliza alinhamento com a nova estratégia de liquidez do setor.
As autoridades reiteraram o compromisso com habitação acessível para famílias de baixa renda e grupos vulneráveis. Serão implementadas medidas específicas para atender necessidades básicas de moradia de jovens e outros segmentos urbanos.
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