- Bulgaria tornou-se, à meia-noite, a vigésima primeira membro da zona do euro, substituindo o lev pela moeda única.
- A celebração incluiu moedas de euro na fachada do banco central de Sofia e fogos de artifício.
- Com a adesão, o país passa a ter assento no Conselho de Governadores do Banco Central Europeu.
- O país, com 6,7 milhões de habitantes, amplia para mais de 350 milhões o total de usuários do euro; a Croácia foi o último a entrar, em janeiro de 2023.
- A população está dividida quanto aos impactos, com temores sobre a inflação e críticas à gestão política, enquanto o setor empresarial aponta benefícios.
Bulgária entrou oficialmente no euro e abandonou o lev a partir da meia-noite de 1º de janeiro, em cerimônia na sua capital, Sofia. A fachada do banco central ganhou moedas de euro e houve fogos para marcar o marco histórico.
A mudança transforma a moeda presente nas transações diárias de 6,7 milhões de habitantes e concede à Bulgária assento no Conselho de Governadores do Banco Central Europeu.
Com a adesão, o euro soma-se a mais de 350 milhões de pessoas na União Europeia. A última país a aderir ao bloco foi a Croácia, em janeiro de 2023.
Reação pública e perspectivas
A mudança foi recebida com perspectivas positivas por parte de setores empresariais, que veem facilidades para operações internacionais e viagens sem necessidade de câmbio.
Entretanto, há preocupações entre alguns cidadãos sobre eventual alta de preços e impactos políticos, já que o governo sofreu queda recente após protestos sobre tributos.
Caminhos e próximos passos
Governos nacionais, bancos centrais e o público deverão acompanhar impactos sobre inflação, salários e competitividade. A transição envolve ajustes operacionais em bancos, empresas e consumidores.
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