- Em 2026, a IA no varejo se consolida com foco em eficiência, crescimento e inovação; 62% das empresas já testam agentes inteligentes e 88% usam IA em alguma função.
- A expectativa é de que até 2026 quarenta por cento das aplicações empresariais tenham agentes dedicados a tarefas específicas, com avanço da leitura de contexto e de transações assistidas por IA.
- O uso de IA acompanha mudanças no comportamento do consumidor: 95% dos clientes consideram a confiança determinante na escolha de marcas.
- Em dois mil e vinte e quatro, quarenta e dois por cento dos consumidores pesquisaram produtos e serviços antes de comprar, com preço perdendo centralidade e confiabilidade, conveniência e consistência ganhando importância.
- Canais integrados e chat commerce ganham força: até 2026, quarenta por cento das interações digitais devem ocorrer por voz ou linguagem natural, impactando atendimento, vendas e relação com marcas.
A inteligência artificial chega a 2026 como eixo central para reorganizar o varejo e a indústria. Após anos de testes isolados, as empresas aceleram a busca por escala, governança e retorno financeiro, diante de mudanças no comportamento do consumidor e da maturidade das ferramentas digitais.
Dados de mercado indicam que, em 2025, o uso da IA cresceu, porém com impacto ainda limitado nos resultados. Pesquisas apontam que 39% associam a IA ao lucro e 80% buscam eficiência. A partir de 2026, a tendência é ampliar o alcance e a aplicação prática.
Inteligência artificial e confiança do consumidor
A boa aceitação da IA depende da confiança do consumidor. Pesquisas apontam que 95% dos clientes consideram esse fator determinante na escolha de marcas. A evolução envolve leitura de dados, personalização e integração entre canais.
Relatórios mostram que 57% dos consumidores pesquisaram produtos antes de comprar, em 2024. Preços perderam destaque; confiabilidade, conveniência e consistência ganham peso, fortalecendo a IA como ferramenta de compreensão do comportamento de compra.
Agentes inteligentes
Em 2026, os agentes inteligentes emergem como principal vetor tecnológico. Dados indicam que 62% das empresas já testam esse tipo de aplicação, e 88% utilizam IA em ao menos uma função de negócio.
Estimativas da Gartner apontam que 40% das aplicações empresariais terão agentes dedicados até 2026, frente a menos de 5% em 2025. Esses sistemas devem antecipar demandas, sugerir produtos e fechar transações.
Telacionamento
O relacionamento com o cliente passa a depender de leitura de contexto em tempo real. A personalização deixa de ser pontual e se torna integrada aos processos, com históricos que reduzem ruídos.
A IA sustenta conversas contínuas, ampliando a relevância das interações. O objetivo é manter a atenção do consumidor em um cenário de intensa competição por canais e dados.
Compras por voz
A compra por voz avança como canal de vendas. Pesquisas indicam que 17,9% dos consumidores já realizam compras por voz semanalmente, chegando a 30,4% entre a geração Z.
Essa modalidade encurta etapas da jornada de compra, substitui menus complexos e facilita buscas, compras e suporte. A IA viabiliza interfaces mais diretas e rápidas.
Inteligência artificial e canais integrados
O crescimento do chat commerce redefine relações B2B e B2C. Plataformas como o WhatsApp conectam marcas a varejistas de pequeno e médio porte, com automação de pedidos e ofertas.
Estudos projetam que até 2026, 40% das interações digitais ocorrerão por voz ou linguagem natural. A IA sustenta essa tendência, permitindo comunicação contínua, contextual e disponível a qualquer momento.
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