- O dólar subiu ante o real e a maior parte das moedas, em meio à cautela com indicadores dos Estados Unidos e queda nos rendimentos dos Treasuries.
- Foi anunciada a zeragem do tarifaço dos EUA à importação de vários produtos brasileiros.
- O Senado planeja apreciar na próxima terça-feira um projeto de lei que regulamenta a aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, considerado pauta bilionária.
- As taxas DI tiveram ajustes: janeiro de 2027 em 13,630%, janeiro de 2029 em 12,900% e janeiro de 2031 em 13,245% (valores atualizados) às 9h20.
O dólar mantém alta frente ao real e frente à maior parte das moedas, influenciado pela cautela com indicadores dos EUA e pela queda de rendimentos dos Treasuries. A valorização externa contrasta com a notícia positiva da zeragem do tarifaço imposto pelo governo americano sobre uma série de produtos brasileiros.
Ao mesmo tempo, o mercado acompanha a agenda doméstica. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que o plenário deve apreciar, na próxima terça-feira, um projeto de lei sobre a aposentadoria especial de agentes comunitários de saúde e de endemias, considerado bilionário pela sua repercussão fiscal. O tema é visto como pauta relevante para o custo público.
Indicadores de juros futuros e contexto
Às 9h20, o DI para janeiro de 2027 estava em 13,630%, estável em relação ao ajuste anterior (13,631%). O DI para janeiro de 2029 subia para 12,900% (12,882% no ajuste anterior) e o para janeiro de 2031 avançou a 13,245% (13,229% no ajuste anterior). Esses patamares refletem ajustes de mercado diante de expectativas sobre a política tributária e reformas.
Desdobramentos internacionais e locais
A notícia de zerar o tarifaço nos EUA é acompanhada de ceticismo de agentes sobre a duração desse benefício e seus impactos setoriais no Brasil. Apesar da sinalização externa favorável, o ambiente fiscal doméstico e as decisões legislativas mantêm volatilidade nos ativos brasileiros. Fontes: Agência Estadão.
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