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Ações europeias sobem após mínima em quase duas semanas

Stoxx 600 avança 0,44% a 566,63 pontos após Trump amenizar tom comercial com China; tecnologia sobe 1,8%, cobre impulsiona recursos básicos

Em Wall Street, os indicadores S&P 500 e Nasdaq subiram
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  • O índice pan-europeu STOXX 600 subiu 0,44%, fechando em 566,63 pontos nesta segunda-feira, 13 de outubro, após Trump amenizar o tom sobre a China. Na sexta-feira, as ações recuaram 1,3% pela ameaça de tarifas de 100% sobre produtos chineses.
  • O otimismo foi modesto, com o mercado ainda diante de incertezas e temores de volatilidade devido às tarifas pendentes.
  • O setor de tecnologia avançou 1,8%, com a ASML impulsionando os ganhos, e o de recursos básicos subiu 3% devido à alta dos preços do cobre.
  • O estrategista Joachim Klement, da Panmure Liberum, afirmou que a questão das tarifas pode continuar gerando oscilações, mesmo com o recuo do tom belicoso.
  • Em outras bolsas europeias, DAX subiu 0,60%, CAC-40 avançou 0,21%, FTSE ganhou 0,16% e PSI-20 de Lisboa subiu 0,69%; o indicador de medo na Europa atingiu o maior nível em mais de dois meses. Chris Larkin, da Morgan Stanley, destacou que tarifas ainda podem agir como catalisador.

O índice pan-europeu STOXX 600 registrou uma alta de 0,44%, fechando a 566,63 pontos nesta segunda-feira, 13 de outubro. A recuperação ocorreu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suavizar sua retórica em relação à China, reduzindo os temores de uma nova guerra comercial. Na sexta-feira, as ações haviam caído 1,3% devido à ameaça de Trump de impor tarifas de 100% sobre produtos chineses.

A mudança de tom de Trump trouxe um otimismo moderado aos mercados, que ainda enfrentam incertezas. O setor de tecnologia liderou os ganhos com um aumento de 1,8%, impulsionado pela ASML, enquanto o setor de recursos básicos subiu 3%, favorecido pela alta nos preços do cobre. Joachim Klement, estrategista da Panmure Liberum, comentou que, embora os mercados estejam reagindo, a questão das tarifas ainda pode gerar volatilidade.

Perspectivas do Mercado

Os mercados europeus estão operando abaixo dos picos históricos, com o otimismo sobre possíveis cortes nas taxas de juros nos EUA superando a instabilidade política na França. O “indicador de medo” na Europa atingiu seu nível mais alto em mais de dois meses, refletindo a cautela dos investidores. Chris Larkin, diretor da E*TRADE do Morgan Stanley, destacou que a questão das tarifas ainda pode ser um catalisador significativo para o mercado.

Na Europa, índices como o DAX em Frankfurt subiram 0,60%, e o CAC-40 em Paris avançou 0,21%. O FTSE de Londres teve um crescimento de 0,16%, enquanto o índice PSI20 de Lisboa valorizou-se 0,69%. A recuperação dos mercados reflete um equilíbrio entre a expectativa de cortes nas taxas e as tensões comerciais persistentes.

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