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Forbes 400 revela que 500 bilionários estão ‘pobres demais’ para a lista

Patrimônio mínimo para a Forbes 400 sobe para US$ 3,8 bilhões, deixando 19 bilionários de fora por pouco em 2025

Foto: Reprodução
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  • A lista Forbes 400 de 2025 exige um patrimônio mínimo de US$ 3,8 bilhões para inclusão, um aumento de US$ 500 milhões em relação ao ano anterior.
  • Um total de 900 bilionários está nos Estados Unidos, mas 500 não conseguiram entrar na lista, mesmo com fortunas superiores a dez dígitos.
  • Dezenove bilionários, incluindo Dylan Field, cofundador da Figma, e Dario Amodei, CEO da Anthropic, ficaram de fora por apenas US$ 100 milhões.
  • Outros nomes notáveis, como Vince McMahon e Oprah Winfrey, também não foram incluídos, apesar de suas fortunas.
  • A lista, que começou em 1982, agora simboliza a crescente desigualdade econômica, com mais de 90% dos bilionários da lista anterior mantendo suas posições.

A lista Forbes 400 de 2025 revelou um aumento significativo no patrimônio líquido necessário para inclusão, que agora é de US$ 3,8 bilhões. Este valor representa um crescimento de US$ 500 milhões em relação ao ano anterior, refletindo a crescente concentração de riqueza nos Estados Unidos. Com um total de 900 bilionários no país, 500 deles não conseguiram entrar na lista, mesmo com fortunas superiores a dez dígitos.

Dezenove bilionários ficaram de fora por apenas US$ 100 milhões, incluindo nomes como Dylan Field, cofundador da Figma, e Dario Amodei, CEO da Anthropic. Outros 11 bilionários, como Vince McMahon e Oprah Winfrey, também não conseguiram a inclusão, apesar de suas fortunas expressivas.

Entre os recém-chegados à lista de bilionários, alguns como Trey Parker e Matt Stone, criadores de South Park, e Steve Ells, fundador do Chipotle, não atingiram o patamar da Forbes 400. A lista, que começou em 1982 com exigências bem mais baixas, agora se torna um símbolo da desigualdade econômica crescente.

Os dados mostram que mais de 90% dos bilionários que estavam na lista anterior mantiveram suas posições. No entanto, a competição por um lugar entre os 400 mais ricos se intensifica, com novos nomes surgindo a cada ano.

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