- O Banco Central (BC) anunciou uma norma que obriga instituições financeiras a rejeitar transferências para contas com indícios de fraude.
- A medida já está em vigor e visa aumentar a segurança do Sistema Financeiro Nacional.
- As instituições têm até 13 de outubro de 2025 para se adequar à nova diretriz, que se aplica a todos os meios de pagamento, como Pix, Transferência Eletrônica Disponível (TED) e cartões.
- Os bancos devem usar informações de bases de dados públicas e privadas para identificar contas suspeitas e informar os titulares sobre bloqueios.
- Essa norma faz parte de um pacote de segurança mais amplo, que inclui restrições para instituições de pagamento não autorizadas e um limite de R$ 15 mil para operações realizadas por essas instituições.
O Banco Central (BC) anunciou uma nova norma que obriga instituições financeiras a rejeitar transferências para contas com indícios de fraude. A medida, que já está em vigor, visa fortalecer a segurança do Sistema Financeiro Nacional em resposta ao aumento de ataques cibernéticos e fraudes.
As instituições têm até 13 de outubro de 2025 para adequar seus sistemas a essa nova diretriz. A norma se aplica a todos os meios de pagamento, como Pix, TED, DOC e cartões, e exige que os bancos utilizem informações de bases de dados públicas e privadas para identificar contas suspeitas. Caso uma conta seja bloqueada, o titular deve ser informado sobre a ação.
O objetivo principal é interromper rapidamente o fluxo de dinheiro para contas envolvidas em fraudes, uma estratégia que visa dificultar a dispersão de valores por quadrilhas especializadas. O BC destaca que, ao impedir a entrada de recursos na origem, aumenta-se a eficiência na recuperação de valores e na investigação de crimes.
Medidas de Segurança
Essa nova norma faz parte de um pacote mais amplo de medidas de segurança, aprovado pelo BC, que inclui restrições adicionais para instituições de pagamento não autorizadas. O regulador também estabeleceu um limite de R$ 15 mil para operações de Transferência Eletrônica Disponível (TED) e Pix realizadas por essas instituições.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, enfatizou que as instituições financeiras estão sendo alvo do crime organizado, que tem se infiltrado no sistema financeiro. Recentes ataques a instituições, como o desvio de R$ 4,9 milhões da fintech Monbank, evidenciam a necessidade de medidas mais rigorosas.
Com essas ações, o Banco Central reafirma seu compromisso em garantir a integridade e a segurança do sistema financeiro, promovendo um ambiente mais seguro para todos os usuários.
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