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Postos de gasolina na Tijuca e Madureira são interditados por venda ilegal de combustível

Dois postos de gasolina são interditados no Rio de Janeiro por irregularidades graves na composição dos combustíveis, comprometendo a segurança do consumidor.

Posto na Rua São Francisco Xavier, na Tijuca, permanece fechado desde terça-feira (23) após operação da Seas e da ANP — Foto: Divulgação/Seas
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  • Dois postos de gasolina na Zona Norte do Rio de Janeiro foram interditados durante a Operação Foco, em 23 de outubro.
  • A operação foi realizada pela Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.
  • No posto da Rua São Francisco Xavier, na Tijuca, a gasolina comum continha 51% de etanol anidro, quase o dobro do limite legal.
  • Em Madureira, o posto não tinha autorização para comercializar combustíveis, embora os testes iniciais não tenham mostrado problemas na qualidade.
  • A fiscalização é uma prioridade do governo, visando a segurança do consumidor e a proteção do meio ambiente.

Dois postos de gasolina na Zona Norte do Rio de Janeiro foram interditados durante a Operação Foco, realizada em 23 de outubro pela Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). As ações visam garantir a qualidade dos combustíveis e a segurança do consumidor.

No posto localizado na Rua São Francisco Xavier, na Tijuca, a ANP detectou irregularidades graves na composição dos combustíveis. A gasolina comum vendida apresentava 51% de etanol anidro, quase o dobro do limite legal de 27%. Além disso, a gasolina aditivada era composta por 100% de etanol, enquanto o diesel tinha um teor de biodiesel de apenas 12,1%, abaixo do mínimo exigido de 14%.

Em Madureira, embora os testes iniciais não tenham revelado problemas na qualidade do combustível, a ANP identificou que o posto não possuía autorização para comercializar combustíveis. As autoridades lacraram bombas, bicos e tanques, e amostras foram coletadas para análise laboratorial. O gerente e um frentista do local foram levados à Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) para prestar esclarecimentos.

A fiscalização rigorosa é uma prioridade do governo, conforme destacou o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi. Ele enfatizou que ações como essa são fundamentais para reforçar o compromisso com a segurança do consumidor e a proteção do meio ambiente.

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