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China não oferece suporte imediato para chips H20 da Nvidia

Nvidia enfrenta atrasos na produção de chips H20 para a China, com receita projetada baixa até o quarto trimestre devido a licenças pendentes.

Foto: Reprodução
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  • A Nvidia planeja retomar a venda de chips H20 para a China, focados em inteligência artificial e em conformidade com as restrições de exportação dos Estados Unidos.
  • A empresa enfrenta atrasos na produção e logística, o que pode resultar em receita insignificante até o quarto trimestre.
  • Dificuldades incluem licenças de exportação pendentes, cancelamento de pedidos anteriores e falta de estoque.
  • O analista da Morgan Stanley, Charlie Chan, recomenda cautela nas expectativas de curto prazo devido à incerteza sobre a disponibilidade dos chips.
  • Apesar dos desafios, as ações da Nvidia tiveram um aumento de 24% no ano e o foco dos investidores deve se deslocar para os novos chips RTX, baseados na arquitetura Blackwell.

A Nvidia anunciou que pretende retomar a venda de seus chips H20 para a China, focados em computação de inteligência artificial e em conformidade com as restrições de exportação dos EUA. No entanto, a empresa enfrenta atrasos na produção e logística, o que pode impactar a receita esperada, que deve ser insignificante até o quarto trimestre.

Recentemente, um relatório da The Information destacou que a Nvidia está lidando com dificuldades logísticas para reiniciar os envios dos chips H20. Apesar de a empresa ter um cronograma semelhante já delineado, a expectativa é que a receita proveniente desses chips permaneça baixa até pelo menos o final do ano. Analistas de instituições como Morgan Stanley, Piper Sandler e Rosenblatt apontam que a empresa enfrenta uma série de obstáculos, incluindo licenças de exportação pendentes e um estoque reduzido.

Desafios na Recuperação

As dificuldades incluem a necessidade de licenças de exportação, o cancelamento de pedidos anteriores e a falta de inventário pronto. Além disso, a cadeia de suprimentos da Nvidia requer cerca de nove meses para se ajustar. O analista da Morgan Stanley, Charlie Chan, enfatizou que é prudente manter as expectativas de curto prazo em um nível moderado, dado que as licenças ainda não foram emitidas e há incertezas sobre a disponibilidade dos chips H20.

Apesar dos desafios, as ações da Nvidia tiveram um desempenho positivo, com um aumento de 24% no ano até agora e um crescimento de quase 6% apenas neste mês. O foco dos investidores deve se deslocar para os novos chips RTX, baseados na arquitetura Blackwell, o que pode acelerar a transição da linha Hopper. No momento, a recuperação na China parece mais voltada para reconstruir a confiança do que para gerar um aumento imediato nas vendas, com um impacto mais significativo na receita projetado para o próximo ano.

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