- A Novartis espera que o tratamento para câncer de mama, Kisqali, se torne seu próximo blockbuster, reduzindo a dependência do medicamento Entresto, que enfrenta expiração de patente.
- No segundo trimestre, as vendas de Kisqali cresceram 64% globalmente, com aumento de 100% nos Estados Unidos.
- O CEO Vas Narasimhan destacou o alto potencial de Kisqali entre os produtos da empresa.
- A Novartis anunciou um programa de recompra de ações de até 10 bilhões de dólares, demonstrando confiança em seu crescimento futuro.
- As vendas líquidas do segundo trimestre totalizaram 14,05 bilhões de dólares, com lucro operacional ajustado de 5,93 bilhões de dólares, um aumento de 21%.
A Novartis anunciou que espera que seu tratamento para câncer de mama, Kisqali, se torne o próximo blockbuster da empresa, à medida que busca reduzir sua dependência do medicamento Entresto, que trata insuficiência cardíaca e enfrenta a expiração de patente em breve. No segundo trimestre, as vendas de Kisqali cresceram 64% globalmente, com um aumento de 100% apenas nos Estados Unidos.
O CEO Vas Narasimhan destacou que Kisqali possui o maior potencial de superação entre os produtos da empresa. A Organização Mundial da Saúde projeta um aumento significativo nos diagnósticos e mortes por câncer de mama até 2050, o que pode resultar em 3,2 milhões de novos casos anuais. Além disso, a Novartis possui um portfólio robusto, incluindo medicamentos como Pluvicto e Scemblix, que também têm potencial para se tornarem blockbusters.
A empresa registrou um crescimento de 11% nas vendas líquidas do segundo trimestre, totalizando 14,05 bilhões de dólares. O lucro operacional ajustado aumentou 21%, alcançando 5,93 bilhões de dólares. A Novartis revisou suas expectativas de crescimento para o ano, prevendo um aumento de “dígitos baixos” no lucro operacional e mantendo a previsão de crescimento nas vendas em “dígitos altos”.
Em uma demonstração de confiança em seu futuro, a Novartis anunciou um programa de recompra de ações de até 10 bilhões de dólares. A empresa também enfrenta desafios com Entresto, que gerou 7,8 bilhões de dólares em vendas em 2024, representando cerca de 15% das vendas globais. A expectativa é que versões genéricas do medicamento comecem a ser produzidas até meio de 2025, embora isso dependa de litígios em andamento sobre propriedade intelectual.
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