- A Aura Minerals (AUGO) iniciou suas operações na Nasdaq em 16 de julho de 2025, com a Oferta Pública Inicial (IPO) precificada em US$ 24,25 por ação, captando US$ 196,4 milhões.
- A empresa, que já tinha listagens no Brasil e no Canadá, emitiu 8,1 milhões de ações para aumentar a liquidez e diversificar a base de acionistas.
- Com um valor de mercado superior a US$ 2 bilhões, a Aura planeja usar os recursos para adquirir a Mineração Serra Grande e financiar projetos de crescimento, como Era Dorada e Matupá.
- A listagem na Nasdaq teve um desconto de 6% em relação ao fechamento das ações em Toronto, e a empresa espera conectar seus recibos de depósito no Brasil à nova listagem.
- No primeiro trimestre de 2025, a Aura registrou um prejuízo líquido de US$ 73,2 milhões, em comparação a um prejuízo de US$ 9,2 milhões no mesmo período do ano anterior.
A Aura Minerals (AUGO) iniciou suas operações na Nasdaq em 16 de julho de 2025, após precificar sua Oferta Pública Inicial (IPO) em US$ 24,25 por ação, captando US$ 196,4 milhões. A empresa, que já possuía listagens no Brasil e no Canadá, emitiu 8,1 milhões de ações com o objetivo de aumentar a liquidez e diversificar sua base de acionistas.
Com um valor de mercado superior a US$ 2 bilhões, a Aura planeja utilizar os recursos para financiar a aquisição da Mineração Serra Grande, da AngloGold Ashanti, e para impulsionar projetos de crescimento, como Era Dorada e Matupá. O CEO Rodrigo Barbosa destacou que a empresa não pretende levantar mais fundos, pois já possui recursos suficientes para financiar suas iniciativas e continuar a pagar dividendos.
Detalhes da Oferta
A listagem na Nasdaq foi realizada com um desconto de 6% em relação ao fechamento das ações em Toronto. A Aura espera aumentar seus volumes de negociação e conectar seus recibos de depósito no Brasil (BDRs) à nova listagem, encerrando sua presença em Toronto em até 30 dias.
A Mineração Serra Grande, que a Aura pretende adquirir, é uma mina de ouro localizada no Brasil. Nos últimos doze meses, aproximadamente dois terços da receita da empresa vieram do ouro, enquanto o restante foi gerado por concentrados de ouro e cobre. No primeiro trimestre de 2025, a Aura registrou um prejuízo líquido de US$ 73,2 milhões, em comparação a um prejuízo de US$ 9,2 milhões no mesmo período do ano anterior.
Liderança e Estrutura
A operação foi liderada por instituições financeiras como Bank of America e Goldman Sachs, além de BTG Pactual e Itaú BBA. A oferta não concede direitos de preferência aos acionistas existentes ou detentores de BDRs e não será realizada no Brasil ou no Canadá, exceto em situações específicas, conforme as regulamentações locais.
Entre na conversa da comunidade