- Banqueiros de Wall Street alertam sobre o aumento dos preços dos bens nos Estados Unidos devido a tarifas de 10% impostas pelo presidente Donald Trump.
- A possibilidade de novas tarifas em agosto leva empresas a cortar investimentos e contratações para evitar repassar custos aos consumidores.
- Jamie Dimon, presidente do JPMorgan Chase, espera que as negociações em andamento resultem em acordos favoráveis antes de 1º de agosto.
- Jane Fraser, CEO do Citi, prevê aumento nos preços durante o verão, com o índice de preços ao consumidor (CPI) podendo atingir seu pico em agosto.
- Charlie Sharf, presidente do Wells Fargo, destaca que as empresas se preparam para um cenário econômico adverso, mas mantém confiança na resiliência da economia americana.
NOVA YORK – Banqueiros de Wall Street expressaram preocupações sobre o aumento dos preços dos bens nos EUA, devido às tarifas de 10% impostas pelo presidente Donald Trump. Com a possibilidade de novas alíquotas entrando em vigor em agosto, empresas estão cortando investimentos e contratações para evitar repassar custos aos consumidores.
Jamie Dimon, presidente do JPMorgan Chase, comentou que espera que as negociações em andamento resultem em acordos favoráveis antes do Dia da Libertação, em 1º de agosto. Ele ressaltou que, apesar dos riscos, há esperança de que as conversas melhorem a competitividade das empresas.
A CEO do Citi, Jane Fraser, também alertou para o impacto das tarifas, prevendo um aumento nos preços durante o verão. O índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA, que ainda não reflete totalmente as tarifas, pode atingir seu pico em agosto, segundo economistas do Morgan Stanley.
Charlie Sharf, presidente do Wells Fargo, destacou que as empresas estão se preparando para um cenário econômico adverso, evitando aumentar estoques e contratações. Ele enfatizou que, embora haja incertezas, a economia americana se mostrou resiliente no segundo trimestre.
Os banqueiros de Wall Street, apesar das preocupações, mantêm a confiança na economia dos EUA. Dimon observou que a força do consumidor e a capacidade empreendedora têm superado expectativas, mesmo diante das pressões tarifárias e da incerteza comercial.
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