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Mercado aguarda resultados do 2T25 para impulsionar mini-índice (WINQ25)

Ibovespa acumula queda de seis dias, refletindo incertezas econômicas e retração no índice IBC-Br, com volume financeiro abaixo de R$ 17 bilhões.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz (Foto: Nelogica)
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  • O Ibovespa registrou sua sexta queda consecutiva, com recuo de 0,66%, fechando a 135.290 pontos.
  • O desempenho negativo é atribuído a incertezas globais, especialmente tarifas comerciais impostas por Donald Trump, afetando o comércio internacional.
  • O volume financeiro foi abaixo de R$ 17 bilhões, refletindo a fragilidade das blue chips, com ações da Vale (VALE3) caindo 1,14% e da Petrobras (PETR4) 1,32%.
  • O índice de atividade econômica IBC-Br apresentou retração de 0,7% em maio, interrompendo quatro meses de crescimento.
  • O mini-índice (WINQ25) também caiu 0,72%, cotado a 136.740 pontos, com suporte técnico em análise.

Em mais um dia de instabilidade, o Ibovespa registrou sua sexta queda consecutiva nesta segunda-feira (14), encerrando o pregão com um recuo de 0,66%, aos 135.290 pontos. O desempenho negativo é atribuído às incertezas globais, especialmente as tarifas comerciais impostas por Donald Trump, que agora afetam também a União Europeia e o México, intensificando a tensão no comércio internacional.

O volume financeiro foi abaixo de R$ 17 bilhões, refletindo a fragilidade das blue chips. As ações da Vale (VALE3) caíram 1,14%, enquanto a Petrobras (PETR4) teve uma queda de 1,32%. A situação foi agravada pela divulgação do índice de atividade econômica IBC-Br, que apresentou uma retração de 0,7% em maio, interrompendo uma sequência de quatro meses de crescimento e aumentando os temores de desaceleração econômica.

Análise do Mini-Índice

Os contratos do mini-índice (WINQ25) também mostraram um desempenho negativo, com uma queda de 0,72%, cotados a 136.740 pontos. A pressão vendedora continua, e o gráfico de 15 minutos indica que o índice precisa romper a resistência em 137.250 pontos para retomar o fluxo comprador. Caso contrário, os suportes críticos estão em 136.660/136.420 e, se rompidos, podem levar a uma busca por níveis ainda mais baixos, entre 135.900/135.300.

A expectativa agora se volta para a temporada de balanços do segundo trimestre de 2025 (2T25), que pode trazer alguma tração técnica nos próximos dias. Contudo, o ambiente permanece instável, exigindo uma leitura técnica apurada por parte dos operadores. A fraqueza nos setores bancário, varejista e nas exportadoras de commodities sustenta um viés defensivo, enquanto ações como PETZ3 e HAPV3 proporcionaram alívio pontual durante o dia.

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