- Um levantamento do Pew Research Center indica que 41% dos entrevistados em 25 países consideram a China a maior potência econômica, superando os 39% que apontam os Estados Unidos.
- Há dois anos, os Estados Unidos lideravam com 41% contra 33% da China.
- No Brasil, 40% dos entrevistados ainda veem os Estados Unidos como a principal potência, enquanto 36% preferem a China.
- Apesar do aumento da percepção positiva sobre a China, 51% dos brasileiros ainda preferem manter relações econômicas com os Estados Unidos.
- O estudo também revela que 29% dos brasileiros consideram os Estados Unidos a maior ameaça, enquanto apenas 15% apontam a China.
Um novo levantamento do Pew Research Center revela que 41% dos entrevistados em 25 países consideram a China a maior potência econômica do mundo, superando os 39% que apontam os EUA. Há dois anos, os americanos lideravam com 41% contra 33% da China. O estudo, realizado entre janeiro e abril de 2023, ouviu 31.938 adultos de diversas nações, incluindo Brasil, EUA, Índia e países europeus.
No Brasil, 40% dos entrevistados ainda veem os EUA como a principal potência, embora esse número tenha caído em relação a 2023. A China, por sua vez, subiu para 36%. Em países como Alemanha, Indonésia e México, a China já é considerada a maior potência econômica. Apesar disso, a maioria dos brasileiros (51%) ainda prefere manter relações econômicas com os EUA, em comparação a 36% que optam pela China.
Confiança e Relações Econômicas
O relatório sugere que a percepção sobre as potências econômicas pode estar ligada à confiança nos líderes. A falta de confiança em Donald Trump para lidar com questões econômicas globais pode ter influenciado a preferência por vínculos com a China. Em uma pesquisa adicional, 60% dos brasileiros consideram a dívida do país com a China um “problema muito sério”.
Quando questionados sobre investimentos, 58% dos brasileiros mostraram-se favoráveis aos investimentos chineses, enquanto 54% preferem os americanos. A visão sobre a China, embora tenha melhorado globalmente, ainda é predominantemente negativa, com 54% dos entrevistados em 25 países expressando opiniões desfavoráveis.
Ameaças Percebidas
O estudo também abordou a percepção de ameaças. Nos países de renda média, a China não é vista como uma ameaça significativa. No Brasil, 29% dos entrevistados consideram os EUA a maior ameaça, enquanto apenas 15% apontam a China. Essa percepção reflete um cenário complexo nas relações internacionais, onde a China ganha espaço, mas os EUA ainda mantêm uma influência considerável.
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