- Os bancos da China aumentaram a concessão de empréstimos em junho de 2025.
- Foram liberados 2,24 trilhões de yuans (aproximadamente US$ 312,5 bilhões), superando a expectativa de 1,95 trilhão de yuans.
- O financiamento social totalizou 4,2 trilhões de yuans, um aumento em relação aos 2,29 trilhões de yuans de maio.
- A base monetária (M2) cresceu 8,3% em junho, acima dos 7,9% de maio e da expectativa de 8,1%.
- Essas medidas visam apoiar a economia, que enfrenta desaceleração de crescimento e tensões comerciais.
Os bancos da China intensificaram a concessão de empréstimos em junho, conforme dados divulgados pelo Banco Popular da China (PBoC) nesta segunda-feira, 14. A medida visa apoiar a economia do país, que enfrenta desafios como a desaceleração do crescimento e tensões comerciais. Em junho, foram liberados 2,24 trilhões de yuans (aproximadamente US$ 312,5 bilhões) em novos empréstimos, superando as expectativas de economistas que previam 1,95 trilhão de yuans.
O financiamento social, que abrange uma gama mais ampla de crédito, também apresentou um aumento significativo, alcançando 4,2 trilhões de yuans em junho, em comparação com 2,29 trilhões de yuans em maio. Esses números indicam um forte impulso econômico, refletindo a resposta dos bancos às solicitações do governo para aumentar o suporte financeiro.
Crescimento da Base Monetária
Além disso, a base monetária da China (M2) registrou um crescimento anual de 8,3% em junho, superando o aumento de 7,9% observado em maio e a expectativa do mercado de 8,1%. Esses dados sugerem que as autoridades estão adotando medidas mais agressivas para estimular a economia, que já estava sob pressão antes desses eventos.
A ampliação do crédito é vista como uma estratégia crucial para enfrentar os desafios econômicos atuais e garantir a recuperação da segunda maior economia do mundo. A expectativa é que essas ações ajudem a estabilizar o crescimento e a confiança do consumidor em um cenário de incertezas.
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