- O dólar caiu 0,63% nesta terça-feira, fechando a R$ 5,4466.
- A queda foi impulsionada por declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pela rolagem de swaps cambiais.
- O movimento também seguiu a tendência de baixa no mercado externo, beneficiando moedas emergentes.
- Durante o dia, a moeda chegou a ser cotada a R$ 5,4890, mas inverteu a tendência, atingindo uma mínima de R$ 5,4357.
- A expectativa para a próxima sessão é de forte volatilidade, com atenção voltada para o Federal Reserve e as políticas tarifárias dos Estados Unidos.
Nesta terça-feira (9), o dólar apresentou uma queda de 0,63%, fechando a R$ 5,4466. O movimento foi impulsionado por declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pela rolagem de swaps cambiais. A divisa também acompanhou a tendência de baixa no exterior, refletindo um ambiente mais favorável para moedas emergentes.
O recuo do dólar ocorre em meio a um cenário global ainda marcado por incertezas, especialmente devido às ameaças tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Apesar de novas declarações do mandatário contra países do Brics, o mercado já havia assimilado essas informações, resultando em um dia de correção técnica após a alta da véspera.
Análise do Mercado
O comportamento do dólar foi influenciado por um apetite seletivo por risco. Durante a sessão, a moeda chegou a ser cotada a R$ 5,4890, mas rapidamente inverteu a tendência, atingindo uma mínima de R$ 5,4357. A atuação do Banco Central, que rolou integralmente os swaps cambiais, também contribuiu para a estabilidade da moeda.
Para os traders, o dia foi marcado por volatilidade controlada. O minidólar (WDOQ25), com vencimento em agosto, teve uma alta de 2,28%, encerrando a sessão a 5.608,5 pontos. Essa valorização indica uma pressão compradora no curto prazo, com a necessidade de romper resistências em 5.620/5.638 pontos para manter o viés altista.
Expectativas Futuras
A expectativa para a próxima sessão é de forte volatilidade, com o mercado em busca de mais informações sobre a postura do Federal Reserve e possíveis novos desdobramentos nas políticas tarifárias de Trump. A mínima de 2025, em 5.438 pontos, continua sendo um ponto crucial para a análise de possíveis reversões no mercado. A situação permanece dinâmica, exigindo atenção dos investidores.
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